TÉCNICAS DE NEUROMARKETING UTILIZADAS POR SOPAS CAMPBELL’S

TÉCNICAS DE NEUROMARKETING UTILIZADAS POR SOPAS CAMPBELL’S

Sopas Campbell’s utilizou de técnicas de Neuromarketing para descobrir por que as prateleiras deixam alguns clientes frios. Após dois anos e o mapeamento das reações de 1.500 consumidores, os pesquisadores descobriram que atributos positivos relacionados à marca, como a sensação de calor, desapareciam quando as pessoas saíam de casa e se encontravam na frente da prateleira.

A solução foi buscar métodos para desencadear respostas emocionais nos supermercados.

A embalagem ganhou novo design.

Problema 1:

O logotipo anterior era encaixado em uma moldura que ocupava muito espaço, chegando até a competir em atenção com o restante das informações do rótulo.

 Solução 1:

Foi retirada a borda dando mais espaço para uma leitura mais clara da marca e aplicação de um design mais suave com uma onda na cor azul.

Problema 2:

O tipo de sabor do produto, no rótulo anterior ficava sem destaque, quase esmagado pela faixa vermelha do logotipo e isso dificultava o reconhecimento dos sabores.

Solução 2:

Os sabores ganharam mais espaço e movimento atraindo atenção para essa informação tão importante para determinar a escolha do produto na gôndola.

Problema 3

A grande colher, fria e também massivamente usada em outros rótulos foi retirada da estampa, assim como a imagem da sopa que parecia fria e sem sabor.

 Solução 3:

Sem a colher, sobrou mais espaço para uma nova imagem de sopa mais corada e consistente. Agora, a imagem tem um vapor mostrando que a sopa é quentinha e saborosa.



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AS 10 MARCAS MAIS VALIOSAS DO MUNDO EM 2019

AS 10 MARCAS MAIS VALIOSAS DO MUNDO EM 2019

A Amazon ultrapassou a Apple e tornou-se a marca mais valiosa do mundo, de acordo com o ranking BrandZTM 2019. O ranking é feito pela empresa de pesquisa Kantar, em parceria com o grupo WPP, e foi divulgado na Bolsa de Valores de Nova York (EUA).

Graças a um crescimento anual de 52% no valor da marca atribuído, entre outros fatores, a novas fontes de receita e à capacidade de se manter à frente da concorrência, a marca Amazon foi avaliada em US$ 315,5 bilhões, à frente de Apple (US$ 309,5 bilhões) e Google (US$ 309 bilhões).

Instagram, Netflix e Uber: crescimento acelerado.

O estudo também aponta a ascensão vertiginosa do Instagram, que subiu 47 posições e registrou crescimento de 95% em valor de marca (US$ 28,2 bilhões, 44ª colocada). O crescimento expressivo de marcas como Netflix (65%), Uber (51%) e da própria Amazon refletem um contexto de mercado orientado por tecnologia e em constante mudança, de acordo com os analistas da pesquisa.

Veja as 10 marcas mais valiosas do mundo:

  1. Amazon: US$ 315,5 bilhões (+52%)
  2. Apple: US$ 309,5 bilhões (+3%)
  3. Google: US$ 309 bilhões (+2%)
  4. Microsoft: US$ 251,2 (+25%)
  5. Visa: US$ 177,9 bilhões (+22%)
  6. Facebook: US$ 158,9 bilhões (-2%)
  7. Alibaba: US$ 131,2 bilhões (+16%)
  8. Tencent: US$ 130,8 bilhões (-27%)
  9. McDonald’s: US$ 130,3 bilhões (+3%)
  10. AT&T: US$ 108,3 bilhões (+2%)

Fonte: Uol Economia.


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USAR PERFIL PESSOAL COMO PERFIL ‘COMERCIAL’ NO INSTAGRAM PODE PREJUDICAR A SUA PRIVACIDADE NA REDE

USAR PERFIL PESSOAL COMO PERFIL ‘COMERCIAL’ NO INSTAGRAM PODE PREJUDICAR A SUA PRIVACIDADE NA REDE

 

Para ter uma conta comercial no Instagram e acessar estas informações, é preciso informar um número de telefone ou e-mail ao público.

Milhões de jovens usuários do Instagram estão transformando seu perfil pessoal em comercial, apenas para ter acesso a algumas métricas da rede social e ao desempenho de seus posts. Porém, o que muitos não sabem, é que isso resulta em grande perda de privacidade.

Além de ter que deixar sua conta aberta ao público, ao mudar para uma conta comercial, os usuários concordam em deixar explícito seu número de telefone ou e-mail no aplicativo. A escolha, facilitada pelo design e pelo estímulo do próprio Instagram, pode colocar em risco a privacidade do jovem e de seus amigos, segundo David Stier, cientista de dados independentes.

Stier conduziu uma pesquisa com 200 mil contas no mundo, utilizando várias técnicas de amostragem diferentes. “Converso com os pais e pergunto: ‘Você sabia que, se seu filho de 13 anos transformar a conta dele no Instagram em uma conta comercial, mais de 1 bilhão de pessoas terão acesso às suas informações de contato?”, disse ele. “Todos os pais com quem falo dizem algo como: ‘você está brincando?”.

O Instagram disse que qualquer um pode mudar sua conta do Instagram para um perfil comercial. “Permitimos isso porque queremos que qualquer pessoa no Instagram possa começar um negócio, caso queira. Durante o processo de configuração, lembramos às pessoas que suas informações de contato estarão acessíveis a outras pessoas e permitirão que atualizem ou ocultem essas informações”.

O cientista contou que alertou o Instagram sobre o problema. Em resposta, a empresa deixou as informações pessoais menos visíveis. A rede social também informou que define 13 anos como idade mínima para abrir uma conta. Contudo, a maioria dos usuários simplesmente ignora essa definição.

Stier verificou a idade das pessoas com informações exibidas nas biografias ou perfis dos usuários. Ele disse que viu adolescentes com perfis com informações como “sem fins lucrativos” ou “atletas”. Mas, ao analisar seus perfis, descobriu que uma parte significativa deles não era de empresas, mas de pessoas comuns, às vezes com meras centenas de seguidores.

O Instagram disse que não considerou as descobertas do cientista uma vulnerabilidade, visto que a rede social alerta ao usuário sobre a idade mínima e sobre a exibição pública de informações de contato, o que significa que as pessoas fizeram suas próprias escolhas.

Porém, Stier ainda acredita que a empresa poderia tomar mais responsabilidade e encontrar um meio de não deixar as informações pessoais de contato disponíveis ao público.

Via: Olhar Digital

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NOVIDADE! FINALMENTE WHATSAPP NÃO DEIXARÁ QUALQUER PESSOA TE ADICIONAR A GRUPOS

NOVIDADE! FINALMENTE WHATSAPP NÃO DEIXARÁ QUALQUER PESSOA TE ADICIONAR A GRUPOS

 

O WhatsApp finalmente lançou uma ferramenta para evitar que qualquer pessoa te adicione a grupos que você nunca vai interagir.

A novidade permite uma configuração na qual você escolhe quem pode adicionar você a conversas em grupo, incluindo a opção “NINGUÉM”.

Para validar a nova configuração, abra o WhatsApp e vá em “Configurações”, depois “Contas” e “Privacidade”. Toque na opção “Grupos” e selecione a configuração que você prefere:

  • Ninguém (isso impede que qualquer pessoa te adicione a um grupo sem um convite);
  • Meus contatos (somente seus contatos podem adicionar você a um grupo sem um convite);
  • Qualquer pessoa (qualquer pessoa pode adicionar você a um grupo sem um convite).

A nova configuração de privacidade já está sendo lançada para alguns usuários, e fica disponível mundialmente nas próximas semanas.

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YOUTUBE TESTA FERRAMENTA PARA ALERTAR OS USUÁRIOS SOBRE FAKE NEWS

YOUTUBE TESTA FERRAMENTA PARA ALERTAR OS USUÁRIOS SOBRE FAKE NEWS

Como parte dos esforços da plataforma em combater a proliferação de teorias da conspiração e fake news, o YouTube passará a mostrar “painéis de informação” como o primeiro resultado de buscas sobre temas que são, segundo um representante da plataforma, “passíveis de desinformação”.

Ao invés de vídeos, esses painéis mostrarão links para sites de agências de fact checking (“checagem dos fatos” em português), que indicarão se alguma teoria da conspiração ou informação que está sendo compartilhada sobre o assunto nas redes sociais é falsa.

Por enquanto, a função está em fase de testes, e apenas alguns usuários da Índia têm acesso a esses painéis. Apesar disso, a Google já divulgou como exemplos de como eles deverão aparecer para os usuários do país. Um dos exemplos mostra uma pesquisa em inglês em que o usuário procura pelo tema “vírus no paracetamol”. Antes de exibir os resultados da pesquisa, a busca exibe um “HOAX ALERT!” (alerta de notícia falsa, em português) que revela que a informação compartilhada pelas redes sociais de que alguns comprimidos de paracetamol (remédio análgésico usado para deminuir a febre e acabar com os sintomas de dores no corpo) continham o vírus “Machupo”, considerado pela OMS um dos mais perigosos do mundo. Essa corrente já circulou pelo Brasil em meados de outubro de 2018, e alguns anos atrás já foi vista também nas redes sociais de Moçambique, mas em uma versão que falava sobre o vírus “Ebola”.



Outro exemplo mostrado pela Google é de uma pesquisa feita em Hindi (principal idioma nativo da Índia), onde o painel de informações alerta sobre uma tentativa de espalhar um vídeo feito por câmeras de segurança de uma bomba explodindo na Síria como se fosse um ataque de forças do Paquistão a agentes paramilitares indianos. Esse vídeo falso surgiu graças aos recentes conflitos entre a Índia e o Paquistão, e está sendo usado como uma maneira de fazer com que a população apoie o conflito ao tentar “demonizar” o outro lado como um país de terroristas sem escrúpulos.

Para que o projeto funcione, a Google fechou contratos de parceria com quase uma dezena de agências de fact checking da Índia, que irão fornecer as informações que serão apresentadas nesses painéis. Além disso, muitas dessas agências já trabalham com o Facebook para coibir a proliferação de notícias falsas na rede social de Zuckerberg, então são organizações que já estão há algum tempo no combate às teorias da conspiração e fake news.

De acordo com essas agências, elas não precisarão fornecer os links para suas matérias que confirmam se algo é mentiroso ou real para a Google de maneira manual, mas a própria IA do YouTube fará a checagem de assuntos que podem estar ligados a campanhas de desinformação, checar no histórico de páginas dos sites dessas agências se existe alguma informação sobre o tema, e fornecê-lo para o usuário como o primeiro elemento dos resultados de busca.

Essa não é a primeira ferramenta do YouTube para tentar combater os vídeos de desinformação que se proliferam diariamente na plataforma, e nos Estados Unidos o site já inclui links para artigos da Wikipedia que fornecem mais informações sobre assuntos abordados em conteúdos de teoria da conspiração. Apesar disso, a empresa tem sido duramente criticada nos últimos meses por seus algoritmos continuarem recomendando para os usuários vídeos sobre essas teorias, com assuntos como Terra Plana, Pizzagate e por que não se deve vacinar seus filhos, o que tem contribuído para a proliferação e maior aceitação dessas ideias.

Fonte: BuzzFeed News

 

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Como saber se seu WhatsApp está sendo clonado

Como saber se seu WhatsApp está sendo clonado

É possível saber se seu WhatsApp está sendo clonado com algumas dicas simples. Como o mensageiro é o app mais usado no mundo, as tentativas de invasões também tendem a ser grandes. O app, que está disponível para Android e iPhone (iOS), não funciona em dois celulares ao mesmo tempo. No entanto, ao conseguir acesso ao smartphone ou ao chip do telefone – e, consequentemente, ao QR code do aplicativo – uma pessoa mal-intencionada pode visualizar suas conversas pessoais, incluindo fotos e vídeos.

Para se proteger e evitar que suas mensagens estejam na mira de invasores, há algumas recomendações essenciais, como verificar se há dispositivos não autorizados logados no WhatsApp Web/Desktop. Além disso, é importante reconhecer quando a plataforma está vulnerável. A seguir, conheça três métodos para testar no seu celular e descobrir se o WhatsApp está sendo “vigiado”.


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  1. VERIFICAR ATIVIDADES ESTRANHAS EM SUA CONTA

É importante ficar atento às mensagens que você provavelmente não enviou e estão no seu celular. Outra dica interessante é verificar se uma conversa consta como lida, mesmo que você não tenha recebido a notificação ou visualizado o conteúdo. Esse comportamento pode significar que o seu WhatsApp está ativo em um lugar diferente do seu aparelho. Falhas pontuais podem ocorrer no aplicativo – porém, se os episódios continuarem a se repetir, é preciso ficar alerta.

  1. SESSÕES ATIVAS NO WHATSAPP WEB

O WhatsApp Web permite acessar a conta do mensageiro pelo computador. Basta digitalizar o QR code do celular para visualizar suas mensagens no desktop em tempo real. Graças ao recurso, é possível verificar se há algum dispositivo não autorizado conectado ao aplicativo. Na opção de “Ajustes” do WhatsApp, o usuário deve ir na opção “WhatsApp Web/Desktop” e conferir quais aparelhos estão com sessões ativas. Caso você reconheça alguma movimentação estranha, é só clicar na opção “Sair de todas as sessões”. Dessa forma, se houver algum dispositivo desconhecido conectado, ele será removido.

  1. CUIDADO COM APPS ESPIÕES

Por meio de aplicativos espiões, geralmente disponíveis apenas em celulares Android, pessoas mal-intencionadas podem ter acesso às ligações e mensagens de seu celular, inclusive do WhatsApp. Vale lembrar que, para isso, é necessário ter acesso físico ao smartphone para instalar o app. Para se proteger, é necessário estar atento às movimentações suspeitas e softwares desconhecidos armazenados no aparelho.

mSpy, por exemplo, é um programa criado com a função de ajudar os pais a monitorarem tudo que seus filhos acessam e recebem em dispositivos móveis. Além disso, também é utilizado por empresas que desejam seguir as ações de seus colaboradores nos celulares e tablets corporativos. O sistema pode ser polêmico por conta da instalação discreta e se for usado com objetivo diferente do proposto, como, por exemplo, para vigiar o WhatsApp de alguém.

COMO SE PROTEGER

Para evitar que seu WhatsApp seja invadido, é interessante seguir algumas dicas de segurança.

Ative a verificação em duas etapas nas configurações da conta do WhatsApp. O recurso adiciona uma camada extra de segurança ao aplicativo;

Não instale apps de fontes desconhecidas ou não autorizadas. Além disso, evite usar o mensageiro em versões “turbinadas”, como o GB WhatsApp ou Yo WhatsApp. Procure sempre baixar a plataforma a partir da Google Play Store ou App Store;

Evite conectar o celular em conexões Wi-Fi desconhecidas;

Para iPhone (iOS), há a alternativa de bloqueio por meio do uso do Touch ID (impressão digital) no WhatsApp. É importante frisar que a atualização está disponível apenas para usuários do iPhone 5S e modelos superiores (até iPhone 8 e 8 Plus). Nos casos dos modelos iPhones X, XS, XS Max e XR, a proteção é feita com reconhecimento facial;

Não deixe o smartphone sem vigilância quando estiver distante dele. Evite compartilhar o aparelho com estranhos;

Instale um aplicativo para colocar senha no WhatsApp. Dessa forma, quando alguém tentar acessar o mensageiro, será necessário digitar também a senha do aplicativo, além do desbloqueio normal do celular;

Se o seu WhatsApp já está hackeado, é possível desativar sua conta enviando um e-mail para support@whatsapp.com. Se o perfil não for acessado por 30 dias, ele será excluído automaticamente.

Fonte: TechoTudo


CPT - Centro de Produções Técnicas


 

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