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As 10 empresas mais valiosa em 2014

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O levantamento Best Global Brands 2014 foi realizado pela consultoria de gestão de marcas (branding) Interbrand. Destaca as 10 empresas mais valiosa em 2014.

Confira as empresas e seus valores:

  1. Apple – Avaliada em 118,863 bilhões de dólares.
  2. Google – O valor da marca foi estimado em 107,439 bilhões de dólares.
  3. Coca-Cola – A marca esta avaliada em 81,563 bilhões de dólares.
  4. IBM – O valor da marca foi calculado em 72,244 bilhões de dólares.
  5. Microsoft – Com um valor estimado em 61,154 bilhões de dólares.
  6. GE – A marca foi avaliada em 45,480 bilhões de dólares.
  7. Samsung – O valor da marca foi calculado em 45,462 bilhões de dólares.
  8. Toyota – Aparece com 42,392 bilhões de dólares.
  9. McDonald’s – O valor da marca foi estimado em 42,254 bilhões de dólares.
  10. Mercedes-Benz – Avaliada em 34,338 bilhões de dólares.
 
Fonte:[Veja]

A diferença em Site, Blog e Portal…

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Site

Qualquer projeto na web é um site, a palavra site vem da variação da palavra sítio que é utilizada no português de Portugal para referenciar os espaços na web. Porém a palavra site lembra modelos mais tradicionais na web onde a linguagem utilizada é mais formal, geralmente são utilizados para representar uma empresa ou produtos. Possui páginas abertas com conteúdos atualizados em tempos maiores.

Blog

Basicamente um blog tem as mesmas funções de um site, porém sua dinamicidade é muito maior. E a linguagem usada é um pouco menos formal. Atualmente existem blogs dos mais variados assuntos e segmentos que pensarmos, tem blog que trata do assunto de forma séria outros de forma divertida.

Portais

Como o próprio nome nos passa a ideia, portais são sites que possuem várias “portas”, para diferentes tipos de conteúdos de diferentes assuntos, sendo assim podemos classificar os portais como espaços que aglomeram e distribuem conteúdos variados.

 Fonte:[Portalgsti] [Juliana Basilio]

Cinco países onde o Google quase não existe…

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A liderança do Google a nível global no campo das buscas é avassalador. O Google é de longe o buscador e o site mais acessado do mundo, mais por incrível que pareça existe países que praticamente não usa o buscador. Veja abaixo os países e seus principais navegadores.

  1. RÚSSIA: O buscador que domina por lá com mais de 46% é o Yandex.
  2. REPÚBLICA CHECA:Seznam é outro nome desconhecido por aqui, mas na República Checa é o buscador preferido dos internautas.
  3. CHINA: O Baidu  é a página mais visitada da China, onde conta com 60% das buscas..
  4. CORÉIA DO SUL: Por lá quem domina é o Naver,  60% das buscas geradas naquele país são feita nesse buscador.
  5. JAPÃO: Ali o buscador é o Yahoo Japão, que dispõe de mais de 50% do mercado de buscas no Japão.

Só para lembrar no Brasil o Google domina 90% das buscas e é o site mais acessado junto com o Facebook e Youtube.

Fonte:[Mdig]

Os prejuízos que a tecnologia pode causar às crianças que usam em excesso

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O avanço da tecnologia e a facilidade de acesso aos dispositivos móveis e à internet têm mudado radicalmente a forma das pessoas viverem e se relacionarem.

As crianças não são uma exceção a este mundo informatizado no qual estamos vivendo. Os nascidos na chamada Geração Z estão aprendendo a conviver desde muito cedo com tablets, notebooks, smartphones e, obviamente, também estão interagindo de forma diferente com o mundo. Isto tem gerado muitas discussões sobre a influência da tecnologia na infância. Muitos estudos são realizados em torno da temática e médicos, psicólogos e educadores se mostram cada vez mais preocupados sobre ela.

Diante deste cenário, o site Blue Bus divulgou um infográfico baseado em uma pesquisa realizada pela AVG Tecnologies que entrevistou 6 mil mães de 10 países, incluindo o Brasil, e revelou que dentre as crianças com idade entre 3 e 5 anos:

  • 66% conseguem operar jogos de computador;
  • 47% sabem utilizar um smartphone;
  • 62% ligam o computador;
  • 57% sabem utilizar pelo menos um aplicativo no smartphone.

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Dentre as crianças entre 6 e 9 anos, a pesquisa ainda revelou que:

  • 89% das crianças nesta faixa etária utilizam internet. No Brasil, este índice sobe para 97%;
  • 7% passam mais de 10 horas conectadas diariamente. A grande maioria fica online por aproximadamente 5 horas;
  • 46% delas estão cadastradas em redes sociais infantis e 16% encontram-se no Facebook, cuja idade mínima permitida para participar é 13 anos. No Brasil este percentual é bem maior: 54% das crianças nesta faixa etária possuem uma conta na rede social.

Com relação às mães entrevistadas, a pesquisa mostrou que 64% delas utilizam controle dos pais no computador para saber o que seus filhos acessam e 47% acreditam que o uso da tecnologia é extremamente benéfico para as crianças, ajudando-as a desenvolver habilidades motoras e a criatividade.

Um estudo realizado pela agência de saúde pública britânica mostrou que quando as crianças passam muito tempo na internet elas podem desenvolver problemas de saúde mental, como depressão, ansiedade e agressividade. Além destes, outros problemas também são apontados:

  • Torcicolo causada por horas excessivas digitando mensagens de texto no smartphone;
  • Inchaço, dor e dormência nos dedos causados por digitação repetitiva;
  • Dores nos ombros e nas costas por utilização excessiva de tablets.

Para lidar com o problema, a pesquisa apresenta dicas que não impedem que as crianças utilizem os dispositivos eletrônicos, mas orienta os pais sobre como controlar este uso e evitar que possíveis danos sejam causados a elas. Confira alguns deles:

  • Mantenha o computador em local aberto onde as atividades realizadas nele possam ser acompanhadas;
  • Instale em tablets e smartphones aplicativos que possuam controle de pais e que tenham finalidades pedagógicas;
  • Estabeleça com seus filhos limites de tempo diário para utilizar a internet;
  • Mantenha as crianças fora das redes sociais e de sites adultos pelo menos até os 13 anos de idade;
  • Crie uma pasta de sites aprovados para crianças para que elas possam acessar por conta própria.

Medidas de segurança simples podem evitar que sua família seja vítima de crimes comuns que acontecem diariamente na internet, além de evitar que seus filhos possam eventualmente vir a ter problemas de saúde no futuro.

Se você se interessou pelo assunto e quer conferir a matéria completa, basta clicar aqui.

Fonte: [Canaltech]

Erros fatais ao escolher o nome da sua empresa…

A consequência de um nome mal escolhido pode render dores de cabeça se você não verificar se sua marca está de acordo com especificações da Junta Comercial, por exemplo. Ao se arrepender da escolha, é preciso dinheiro e tempo para promover outro nome. Confira abaixo, oito erros que empreendedores cometem ao nomear sua empresa.

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  • Não se planejar

“É preciso tomar o tempo necessário para escolher o nome. Toda a reputação vai estar em volta do nome e da marca escolhida”, afirma Giancarlo Greco, professor de marketing do Insper. Ele ainda recomenda que, se tiver condições, o ideal é buscar ajuda de um profissional que possa auxiliar no ponto de vista da criatividade e levantar as marcas existentes no mercado.

  • Escolher nomes longos

“O nome tem que ser fácil de gravar como Nike, Twitter e Apple”, diz Mafra. Para ele, nomes longos e difíceis de serem escritos podem ser inconvenientes durante uma reunião de negócios, por exemplo, em que os prováveis fornecedores ficam com medo de pronunciar o nome de maneira incorreta.

  • Ter nome muito parecido com o do concorrente

Para Greco, o nome é que ajudará sua empresa a se destacar no mercado, por isso, um nome muito similar ao do concorrente pode ser uma estratégia de querer se aproximar do líder, mas não é vantajoso. “Você acaba confundindo os clientes”, explica.

  • Recorrer a palavras muito genéricas ou específicas

Urdan explica que nomes muito óbvios, que sintetizam o serviço ou produto da empresa, podem ser uma saída fácil inicialmente. Afinal, esta estratégia ajuda a definir melhor o que a empresa faz através do nome. Escolher palavras muito genéricas ou muito específicas e regionais pode ser um erro, já que sua empresa fica sem uma marca bem definida.

  • Associar ao próprio nome

“Isso é uma faca de dois gumes, quando você associa seu nome à empresa, fica para sempre. E, se amanhã o empreendedor abrir outro negócio, corre o risco de ser associado ao anterior”, afirma Mafra.

  • Recorrer a palavras de outros idiomas

Neste caso, o erro não é usar termos em inglês ou de outras línguas estrangeiras, e sim, não se preocupar com o sentido da palavra e se será de fácil entendimento e pronúncia do público. “Se as palavras já foram incorporadas no nosso vocabulário, não tem problema. Mas se a recepcionista de sua empresa tem problema em pronunciar o nome, é preciso cuidado”, afirma Greco.

  • Ignorar a sonoridade

“Há propriedades fonéticas que são bem apropriadas para determinados segmentos”, afirma Urdan. Por isso, antes de nomear sua empresa, ele recomenda que empreendedores pesquisem sobre quais vogais e consoantes são recomendadas para determinados mercados. Para Greco, um nome com sonoridade ruim não associa simpatia aos clientes e fornecedores.

  • Abusar de siglas

Para os professores, as siglas podem ser mais fáceis, mas é importante que signifiquem algo. “De alguma forma, você tem que saber qual o serviço ou produto que esta sigla traduz”, explica Greco.

 Fonte: [Exame]

13 coisas que você não sabia sobre o Facebook

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Que o Facebook é a rede social mais popular do mundo, com 1,3 bilhão de usuários, você já sabe. Que seu dono é o jovem bilionário Mark Zuckerberg, também. Mas há pelo menos outras 13 informações sobre o site que você talvez desconheça. Listamos abaixo algumas curiosidades, reproduzidas do Buzzfeed.


 1. Al Pacino foi o primeiro rosto no Facebook

2. Todos os dias são feitas cerca de 600.000 tentativas de invasão de contas na rede social

3. 64% dos usuários que criaram um perfil visitam o site diariamente

4.  O Facebook é apontado como motivo de 1 em cada 3 divórcios britânicos

5. Por mês, mais de 1 bilhão de pessoas acessam o Facebook em dispositivos móveis.  Isso corresponde a 1/7 da população da Terra.

6.  Pessoas já foram assassinadas por desfazerem amizades na rede social

7.  Mesmo depois de deslogar, a rede social continua rastreando os sites que você visita.

8. Pagando US$ 0,29 , mensagens enviadas a pessoas desconhecidas aparecerão na caixa de entrada, e não na pasta “Outros”, que nunca é visualizada.

9. O Facebook é azul porque Mark Zuckerberg sofre de daltonismo.

10. Entre 2060 e 2130, o Facebook terá mais perfis de pessoas mortas do que vivas.

11. Digitando o número 4 depois da url principal do site, você será direcionado automaticamente para o perfil de Zuck.

12. Um adulto usuário médio da rede possui 338 amigos

13. O significado de “Poke” nunca foi definido.

Fonte: [Olhar Digital]

Adeus ao Orkut

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Após dez anos de conversas e conexões sociais on-line, nós decidimos que é hora de começar a nos despedir do Orkut. Ao longo da última década, YouTube, Blogger e Google+ decolaram, com comunidades surgindo em todos os cantos do mundo. O crescimento dessas comunidades ultrapassou o do Orkut e, por isso, decidimos concentrar nossas energias e recursos para tornar essas outras plataformas sociais ainda mais incríveis para todos os usuários.

O Orkut não estará mais disponível após o dia 30 de Setembro de 2014. Até lá vamos manter o Orkut no ar, sem grandes mudanças, para que você possa lidar com a transição. Você pode exportar as informações do seu perfil, mensagens de comunidades e fotos usando o Google Takeout (disponível até setembro de 2016). Um arquivo com todas as comunidades públicas ficará disponível online a partir de 30 de Setembro de 2014. Se você não quiser que seu nome ou posts sejam incluídos no arquivo de comunidades, você pode remover o Orkut permanentemente da sua conta Google. Para mais detalhes, por favor, visite a Central de Ajuda.

Foram 10 anos inesquecíveis. Pedimos desculpas para aqueles de vocês que ainda utilizam o Orkut regularmente. Esperamos que vocês encontrem outras comunidades online para alimentar novas conversas e construir ainda mais conexões, na próxima década e muito além.

Fonte: [Equipe Google]

Sabe como economizar a bateria do seu celular? Veja as dicas…

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Quem usa smartphone sabe que um dos pontos fracos do aparelho, independente da marca, é a duração da bateria. Isso ocorre justamente porque as funções ”inteligentes” consomem a energia do celular para funcionarem. Mas alguns ajustes pequenos nos smartphones podem fazer a bateria durar mais nos sistemas Android e iOS; veja a seguir.

  • Siga as instruções de recarga da fabricante do aparelho: Ao comprar seu smartphone, separe um tempinho para ler o manual de instruções e, principalmente, saber o que a fabricante indica sobre a recarga. Seguir a recomendação da empresa pode preservar por mais tempo a vida útil da bateria do smartphone.
  • Android tem configuração automática de economia de bateria: O sistema móvel do Google tem o ajuste automático de economia de bateria. Ele pode variar de acordo com a marca do smartphone. Mas em geral é encontrado em Configurações > Economia de Bateria. Assim, o aparelho coloca funções que consomem bateria em espera quando não utilizadas, elas são automaticamente ativadas quando a pessoa volta a usar o aparelho. 
  • Use o modo avião em locais onde o sinal é ruim: Há locais onde o sinal da rede celular falha ou é inexistente. Pode ser dentro do avião, viajando de carro para algum lugar remoto ou mesmo no metrô (estações em algumas cidades contam com antenas de operadoras, mas não é regra). Nesses casos, ativar o modo avião impede que o celular fique procurando a rede sem sucesso e gaste energia. No Android, em Configurações, ative o Modo Offline, que desliga as conexões e redes. Outra forma de acessar a função é apertar por alguns segundo o botão ligar/desligar. No iOS, vá em Ajustes e ative o modo Avião
  • Desligue os aplicativos que não está usando: É normal acessarmos um aplicativo atrás do outro no smartphone, sem encerrá-los (ao contrário do hábito comum em computadores, que é o de fecharmos os programas que não estão mais em uso). Então, lembre-se de encerrar os aplicativos depois de usá-los. No Android, aperte o botão central por alguns segundos, acesse a lista do que está aberto pelo gerenciador de tarefas e peça para ”encerrar tudo”. No iOS, aperte rápido duas vezes o botão Home para ver os últimos aplicativos usados, depois apoie o dedo sobre o ícone de um deles até que comecem a ”tremer” na tela. Aperte então o ícone de fechar Reprodução.
  • Desative notificações automáticas: Uma função comum nos smartphones é a de notificações automáticas (ou via push). O aparelho gasta energia ao buscar a atualização delas periodicamente. Para economizar a bateria do smartphone, você pode desativar as notificações menos importantes (ou até todas elas, se assim preferir). No Android, é possível desativar a sincronização automática de dados dos aplicativos (não as notificações) e a função de dados em 2º plano, que fica em Configurações > Contas e sincronização. No iOS, toda vez que você instala um aplicativo, ele pergunta se você permite notificações automáticas. Depois para alterar isso, vá em Ajustes, localize o aplicativo e desative as notificações. Também é possível retirar apps da Central de Notificações em Ajustes > Notificações
  • Desligue o 3G quando não está em uso: Um dos vilões de consumo da bateria do celular é justamente a rede de internet móvel. Com ela desligada, o smartphone ”perde a graça”, sem dúvida… Mas se você tem acesso a uma rede Wi-Fi, lembre-se de desabilitar o 3G quando a conexão sem fio estiver ativada Getty. Android, isso pode ser feito em Configurações > Conexões sem fio e rede > Redes móveis e desmarque a caixa. No iOS, vá em Ajustes > Geral > Rede e desative o 3G.
  • Desligue o Wi-Fi quando não está em uso: Apesar de ajudar a economizar bateria enquanto estamos com o 3G desligado, o Wi-Fi também leva embora parte da bateria do celular, principalmente quando está ativado com nenhuma rede por perto. Se não está usando a conexão sem fio, melhor desabilitá-la. No Android, abra a central de notificações (basta apoiar o dedo no menu superior e arrastá-lo para baixo) e desmarque o ícone de Wi-Fi. No iPhone, vá em Ajustes > Wi-Fi. 
  • Desligue o Bluetooth quando não está em uso: Mesmo quando você não está realizando alguma tarefa que dependa do Bluetooth, o smartphone fica procurando constantemente os dispositivos perto dele. E a bateria vai embora… No Android, abra a central de notificações (basta apoiar o dedo no menu superior e arrastá-lo para baixo) e desmarque o ícone de Bluetooth. No iOS, vá em Ajustes > Geral > Bluetooth (vale lembrar: quando você ativa o Acesso Pessoal, que compartilha a internet do iPhone, o Bluetooth poderá ser ligado).
  • Diminua o brilho da tela: Outro grande consumidor de bateria nos smartphones é o brilho da tela; quanto maior, mais energia o smartphone precisa gastar para manter a tela iluminada. Portanto, procure baixar a intensidade do brilho sempre que possível. No Android, vá em Configurações > Visualização > Brilho. Ainda em visualização, há a opção Ajuste Automático energia; deixe a opção marcada para poupar bateria. No iOS, vá em Ajustes > Brilho e diminua a intensidade. 
  • Diminua o tempo para bloqueio da tela: Se o brilho da tela suga a bateria do smartphone, o tempo que ela fica ligada, consequentemente, também. Portanto, quando mais rápido a tela entrar em espera, melhor para economizar energia. No Android, vá em Configurações > Visualização > Duração da luz de fundo e escolha a menor duração. No iOS, vá em Ajustes > Geral > Bloqueio automático e diminua o tempo. 
  • Selecione os aplicativos que acessam geolocalização: Assim como no caso das notificações automáticas, o serviço de localização é ativado ou não quando o usuário instala um aplicativo que usa o recurso (como Foursquare, Facebook, Mapas). É bom deixar ativado o recurso apenas para os apps essenciais para você. No Android, abra a central de notificações (basta apoiar o dedo no menu superior e arrastá-lo para baixo) e desmarque o ícone de GPS. No iOS, Vá em Ajustes > Serviços de Localização e deixe o recurso ativado para só os aplicativos que você usa mais.
  • Modo silencioso, só quando necessário: O modo silencioso, que faz o smartphone vibrar, gasta mais energia do que o som de toque. Então, é bom utilizar o recurso só quando precisar mesmo. No Android, para desativar o modo silencioso, apoie o dedo por alguns segundos no botão liga/desliga e desabilite a opção. No iOS, vá em Ajustes > Sons > Vibrar e desabilite o recurso.
  • Use aplicativos para gerenciar bateria: Existem aplicativos que auxiliam no gerenciamento de bateria e identificam programas que estão abertos (mesmo que você ache que já tenha fechado). No Android, há o Advanced Task Killer, da ReChild. No iOS, há o Battery Doctor, que mostra quanto tempo você ainda tem de bateria para cada recurso (horas de conversação em 2G, usando Wi-Fi, ouvindo músicas, etc.)

Fonte: [Uol]

O que é Sitemap

 

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O Sitemap (mapa de site) é um arquivo importante para o buscadores, em formato XML (eXtensible Markup Language) ou .TXT. O nome do arquivo não possui um padrão obrigatório, mas geralmente é chamado de SITEMAP.XML. Com a finalidade de listar as páginas de um site que gostaríamos de ter presentes nos resultados de busca. Os sites de busca oferecem ainda um mecanismo para que webmasters submetam o conteúdo de seus sites através de um  resumindo, arquivo sitemap.xml é usado como um índice aos buscadores, facilitando o acesso a essas páginas e arquivos. Pode ser criado de varias formas, manualmente através de aplicativos ou usando ferramentas online para gerar sitemaps, um exemplo é o site www.xml-sitemaps.com que cria sitemaps.xml sem a necessidade da instalação de um programa no computador. Uma vez gerado o (ou os) arquivo(s) sitemap, este deve ser colocado preferencialmente no diretório principal do site. Em seguida, devem ser informadas as ferramentas dos buscadores a localização e nome do arquivo para que comece o processo de rastreamento e indexação. No caso do Google a ferramenta é o Google Webmaster Tools.

Marco Civil da Internet? Cinco pontos essenciais para entender melhor a Lei…

Uma explicação básica preparada pelo Olhar Digital para tentar deixar o projeto mais claro. Define cincos pontos essenciais para entender Marco Civil da Internet. Veja abaixo:

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DIREITOS

O Marco Civil considera a internet uma ferramenta fundamental para a liberdade de expressão e diz que ela deve ajudar o brasileiro a se comunicar e se manifestar como bem entender, nos termos da Constituição.

O texto chega a apontar que “o acesso à internet é essencial ao exercício da cidadania”. O internauta tem garantia de que sua vida privada não será violada, a qualidade da conexão estará em linha com o contratado e que seus dados só serão repassados a terceiros se ele aceitar – ou em casos judiciais, chegaremos a este tópico.

NEUTRALIDADE

Um dos pontos essenciais do Marco Civil é o estabelecimento da neutralidade da rede. Em linhas gerais, quer dizer que as operadoras estão proibidas de vender pacotes de internet pelo tipo de uso.

O governo até pode fazer essa discriminação, mas só em duas situações: se ela for indispensável para a prestação dos serviços; ou se serviços de emergência precisarem ser priorizados. Mesmo assim, o presidente que estiver no comando não tem como simplesmente mandar tirar internet de um lugar e botar no outro. Ele precisará consultar o Comitê Gestor da Internet e a Agência Nacional de Telecomunicações.

GUARDA DE INFORMAÇÕES

Os provedores de internet e de serviços só serão obrigados a fornecer informações dos usuários se receberem ordem judicial. No caso dos registros de conexão, os dados precisam ser mantidos pelo menos por um ano, já os registros de acesso a aplicações têm um prazo menor: seis meses.

Qualquer empresa que opere no Brasil, mesmo sendo estrangeira precisa respeitar a legislação do país e entregar informações requeridas pela Justiça. Caso contrário, enfrentarão sanções entre advertência, multa de até 10% de seu faturamento, suspensão das atividades ou proibição de atuação.

Foi derrubada a obrigatoriedade de empresas operarem com data centers no Brasil ainda na Câmara.

RESPONSABILIZAÇÃO PELO CONTEÚDO

A empresa que fornece conexão nunca poderá ser responsabilizada pelo conteúdo postado por seus clientes. Já quem oferece serviços como redes sociais, blogs, vídeos etc. corre o risco de ser culpado, caso não tire o material do ar depois de avisado judicialmente. Por exemplo: se a Justiça mandar o Google tirar um vídeo racista do YouTube e isso não for feito, o Google se torna responsável por aquele material.

Haverá um prazo para que o conteúdo considerado ofensivo saia de circulação, mas o juiz que cuidar do caso pode antecipar isso se houver “prova inequívoca”, levando em conta a repercussão e os danos que o material estiver causando à pessoa prejudicada.

OBRIGAÇÕES DO GOVERNO

Administrações federal, estaduais e municipais terão uma série de determinações a cumprir, caso o Marco Civil se torne realidade. Entre eles estabelecer “mecanismos de governança multiparticipativa, transparente, colaborativa e democrática, com a participação do governo, do setor empresarial, da sociedade civil e da comunidade acadêmica”.

Os governos serão obrigados a estimular a expansão e o uso da rede, ensinando as pessoas a mexer com a tecnologia para “reduzir as desigualdades” e “fomentar a produção e circulação de conteúdo nacional”.

Os serviços de governo eletrônico precisarão ser integrados para agilizar processos, inclusive com setores da sociedade, e a internet ainda será usada para “publicidade e disseminação de dados e informações públicos, de forma aberta e estruturada”.

Por fim, há ainda a preferência por tecnologias, padrões e formatos abertos e livres, e a de se estimular a implantação de centros de armazenamento, gerenciamento e disseminação de dados no Brasil, “promovendo a qualidade técnica, a inovação e a difusão das aplicações de internet, sem prejuízo à abertura, à neutralidade e à natureza participativa”.

A Lei…

Projeto de Lei 2.126/2011 passou pelo Senado. Com isso, resta apenas a assinatura de Dilma Rousseff e a publicação no Diário Oficial para entrar em vigor o Marco Civil da Internet, determinando os direitos e deveres de todos os brasileiros conectados – incluindo governos, empresas que fornecem conexão e as que são responsáveis por serviços de e-mail, sites, redes sociais etc.

Caso prefira, baixe aqui (em .DOC) a versão aprovada na Câmara dos Deputados.

 Fonte: [Olhar Digital]