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NOVIDADE! FINALMENTE WHATSAPP NÃO DEIXARÁ QUALQUER PESSOA TE ADICIONAR A GRUPOS

O WhatsApp finalmente lançou uma ferramenta para evitar que qualquer pessoa te adicione a grupos que você nunca vai interagir.

A novidade permite uma configuração na qual você escolhe quem pode adicionar você a conversas em grupo, incluindo a opção “NINGUÉM”.

Para validar a nova configuração, abra o WhatsApp e vá em “Configurações”, depois “Contas” e “Privacidade”. Toque na opção “Grupos” e selecione a configuração que você prefere:

  • Ninguém (isso impede que qualquer pessoa te adicione a um grupo sem um convite);
  • Meus contatos (somente seus contatos podem adicionar você a um grupo sem um convite);
  • Qualquer pessoa (qualquer pessoa pode adicionar você a um grupo sem um convite).

A nova configuração de privacidade já está sendo lançada para alguns usuários, e fica disponível mundialmente nas próximas semanas.

YOUTUBE TESTA FERRAMENTA PARA ALERTAR OS USUÁRIOS SOBRE FAKE NEWS

Como parte dos esforços da plataforma em combater a proliferação de teorias da conspiração e fake news, o YouTube passará a mostrar “painéis de informação” como o primeiro resultado de buscas sobre temas que são, segundo um representante da plataforma, “passíveis de desinformação”.

Ao invés de vídeos, esses painéis mostrarão links para sites de agências de fact checking (“checagem dos fatos” em português), que indicarão se alguma teoria da conspiração ou informação que está sendo compartilhada sobre o assunto nas redes sociais é falsa.

Por enquanto, a função está em fase de testes, e apenas alguns usuários da Índia têm acesso a esses painéis. Apesar disso, a Google já divulgou como exemplos de como eles deverão aparecer para os usuários do país. Um dos exemplos mostra uma pesquisa em inglês em que o usuário procura pelo tema “vírus no paracetamol”. Antes de exibir os resultados da pesquisa, a busca exibe um “HOAX ALERT!” (alerta de notícia falsa, em português) que revela que a informação compartilhada pelas redes sociais de que alguns comprimidos de paracetamol (remédio análgésico usado para deminuir a febre e acabar com os sintomas de dores no corpo) continham o vírus “Machupo”, considerado pela OMS um dos mais perigosos do mundo. Essa corrente já circulou pelo Brasil em meados de outubro de 2018, e alguns anos atrás já foi vista também nas redes sociais de Moçambique, mas em uma versão que falava sobre o vírus “Ebola”.



Outro exemplo mostrado pela Google é de uma pesquisa feita em Hindi (principal idioma nativo da Índia), onde o painel de informações alerta sobre uma tentativa de espalhar um vídeo feito por câmeras de segurança de uma bomba explodindo na Síria como se fosse um ataque de forças do Paquistão a agentes paramilitares indianos. Esse vídeo falso surgiu graças aos recentes conflitos entre a Índia e o Paquistão, e está sendo usado como uma maneira de fazer com que a população apoie o conflito ao tentar “demonizar” o outro lado como um país de terroristas sem escrúpulos.

Para que o projeto funcione, a Google fechou contratos de parceria com quase uma dezena de agências de fact checking da Índia, que irão fornecer as informações que serão apresentadas nesses painéis. Além disso, muitas dessas agências já trabalham com o Facebook para coibir a proliferação de notícias falsas na rede social de Zuckerberg, então são organizações que já estão há algum tempo no combate às teorias da conspiração e fake news.

De acordo com essas agências, elas não precisarão fornecer os links para suas matérias que confirmam se algo é mentiroso ou real para a Google de maneira manual, mas a própria IA do YouTube fará a checagem de assuntos que podem estar ligados a campanhas de desinformação, checar no histórico de páginas dos sites dessas agências se existe alguma informação sobre o tema, e fornecê-lo para o usuário como o primeiro elemento dos resultados de busca.

Essa não é a primeira ferramenta do YouTube para tentar combater os vídeos de desinformação que se proliferam diariamente na plataforma, e nos Estados Unidos o site já inclui links para artigos da Wikipedia que fornecem mais informações sobre assuntos abordados em conteúdos de teoria da conspiração. Apesar disso, a empresa tem sido duramente criticada nos últimos meses por seus algoritmos continuarem recomendando para os usuários vídeos sobre essas teorias, com assuntos como Terra Plana, Pizzagate e por que não se deve vacinar seus filhos, o que tem contribuído para a proliferação e maior aceitação dessas ideias.

Fonte: BuzzFeed News

 

Como saber se seu WhatsApp está sendo clonado

É possível saber se seu WhatsApp está sendo clonado com algumas dicas simples. Como o mensageiro é o app mais usado no mundo, as tentativas de invasões também tendem a ser grandes. O app, que está disponível para Android e iPhone (iOS), não funciona em dois celulares ao mesmo tempo. No entanto, ao conseguir acesso ao smartphone ou ao chip do telefone – e, consequentemente, ao QR code do aplicativo – uma pessoa mal-intencionada pode visualizar suas conversas pessoais, incluindo fotos e vídeos.

Para se proteger e evitar que suas mensagens estejam na mira de invasores, há algumas recomendações essenciais, como verificar se há dispositivos não autorizados logados no WhatsApp Web/Desktop. Além disso, é importante reconhecer quando a plataforma está vulnerável. A seguir, conheça três métodos para testar no seu celular e descobrir se o WhatsApp está sendo “vigiado”.


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  1. VERIFICAR ATIVIDADES ESTRANHAS EM SUA CONTA

É importante ficar atento às mensagens que você provavelmente não enviou e estão no seu celular. Outra dica interessante é verificar se uma conversa consta como lida, mesmo que você não tenha recebido a notificação ou visualizado o conteúdo. Esse comportamento pode significar que o seu WhatsApp está ativo em um lugar diferente do seu aparelho. Falhas pontuais podem ocorrer no aplicativo – porém, se os episódios continuarem a se repetir, é preciso ficar alerta.

  1. SESSÕES ATIVAS NO WHATSAPP WEB

O WhatsApp Web permite acessar a conta do mensageiro pelo computador. Basta digitalizar o QR code do celular para visualizar suas mensagens no desktop em tempo real. Graças ao recurso, é possível verificar se há algum dispositivo não autorizado conectado ao aplicativo. Na opção de “Ajustes” do WhatsApp, o usuário deve ir na opção “WhatsApp Web/Desktop” e conferir quais aparelhos estão com sessões ativas. Caso você reconheça alguma movimentação estranha, é só clicar na opção “Sair de todas as sessões”. Dessa forma, se houver algum dispositivo desconhecido conectado, ele será removido.

  1. CUIDADO COM APPS ESPIÕES

Por meio de aplicativos espiões, geralmente disponíveis apenas em celulares Android, pessoas mal-intencionadas podem ter acesso às ligações e mensagens de seu celular, inclusive do WhatsApp. Vale lembrar que, para isso, é necessário ter acesso físico ao smartphone para instalar o app. Para se proteger, é necessário estar atento às movimentações suspeitas e softwares desconhecidos armazenados no aparelho.

mSpy, por exemplo, é um programa criado com a função de ajudar os pais a monitorarem tudo que seus filhos acessam e recebem em dispositivos móveis. Além disso, também é utilizado por empresas que desejam seguir as ações de seus colaboradores nos celulares e tablets corporativos. O sistema pode ser polêmico por conta da instalação discreta e se for usado com objetivo diferente do proposto, como, por exemplo, para vigiar o WhatsApp de alguém.

COMO SE PROTEGER

Para evitar que seu WhatsApp seja invadido, é interessante seguir algumas dicas de segurança.

Ative a verificação em duas etapas nas configurações da conta do WhatsApp. O recurso adiciona uma camada extra de segurança ao aplicativo;

Não instale apps de fontes desconhecidas ou não autorizadas. Além disso, evite usar o mensageiro em versões “turbinadas”, como o GB WhatsApp ou Yo WhatsApp. Procure sempre baixar a plataforma a partir da Google Play Store ou App Store;

Evite conectar o celular em conexões Wi-Fi desconhecidas;

Para iPhone (iOS), há a alternativa de bloqueio por meio do uso do Touch ID (impressão digital) no WhatsApp. É importante frisar que a atualização está disponível apenas para usuários do iPhone 5S e modelos superiores (até iPhone 8 e 8 Plus). Nos casos dos modelos iPhones X, XS, XS Max e XR, a proteção é feita com reconhecimento facial;

Não deixe o smartphone sem vigilância quando estiver distante dele. Evite compartilhar o aparelho com estranhos;

Instale um aplicativo para colocar senha no WhatsApp. Dessa forma, quando alguém tentar acessar o mensageiro, será necessário digitar também a senha do aplicativo, além do desbloqueio normal do celular;

Se o seu WhatsApp já está hackeado, é possível desativar sua conta enviando um e-mail para support@whatsapp.com. Se o perfil não for acessado por 30 dias, ele será excluído automaticamente.

Fonte: TechoTudo


CPT - Centro de Produções Técnicas


 

Novidade: WhatsApp pedirá sua permissão antes de adicionarem você em grupos…

Uma das funções mais pedidas por usuários do WhatsApp há anos finalmente começará a ser implementada pelo aplicativo. Segundo o WABetaInfo, que costuma antecipar informações do serviço com alta quantidade de acertos, o mensageiro passará a testar um recurso que impede que você seja adicionado em grupos sem sua permissão. A funcionalidade é, para muita gente, um sonho virando realidade. Sabe aquele monte de grupos em que você é adicionado sem que quisesse estar ali? Isso finalmente vai acabar…

A funcionalidade ainda não está disponível por seguir em desenvolvimento, mas em breve estará presente tanto no iOS quanto no Android. Agora é só torcer para esse processo ser rápido….

 



As 10 empresas mais valiosa em 2014

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O levantamento Best Global Brands 2014 foi realizado pela consultoria de gestão de marcas (branding) Interbrand. Destaca as 10 empresas mais valiosa em 2014.

Confira as empresas e seus valores:

  1. Apple – Avaliada em 118,863 bilhões de dólares.
  2. Google – O valor da marca foi estimado em 107,439 bilhões de dólares.
  3. Coca-Cola – A marca esta avaliada em 81,563 bilhões de dólares.
  4. IBM – O valor da marca foi calculado em 72,244 bilhões de dólares.
  5. Microsoft – Com um valor estimado em 61,154 bilhões de dólares.
  6. GE – A marca foi avaliada em 45,480 bilhões de dólares.
  7. Samsung – O valor da marca foi calculado em 45,462 bilhões de dólares.
  8. Toyota – Aparece com 42,392 bilhões de dólares.
  9. McDonald’s – O valor da marca foi estimado em 42,254 bilhões de dólares.
  10. Mercedes-Benz – Avaliada em 34,338 bilhões de dólares.
 
Fonte:[Veja]

A diferença em Site, Blog e Portal…

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Site

Qualquer projeto na web é um site, a palavra site vem da variação da palavra sítio que é utilizada no português de Portugal para referenciar os espaços na web. Porém a palavra site lembra modelos mais tradicionais na web onde a linguagem utilizada é mais formal, geralmente são utilizados para representar uma empresa ou produtos. Possui páginas abertas com conteúdos atualizados em tempos maiores.

Blog

Basicamente um blog tem as mesmas funções de um site, porém sua dinamicidade é muito maior. E a linguagem usada é um pouco menos formal. Atualmente existem blogs dos mais variados assuntos e segmentos que pensarmos, tem blog que trata do assunto de forma séria outros de forma divertida.

Portais

Como o próprio nome nos passa a ideia, portais são sites que possuem várias “portas”, para diferentes tipos de conteúdos de diferentes assuntos, sendo assim podemos classificar os portais como espaços que aglomeram e distribuem conteúdos variados.

 Fonte:[Portalgsti] [Juliana Basilio]

Cinco países onde o Google quase não existe…

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A liderança do Google a nível global no campo das buscas é avassalador. O Google é de longe o buscador e o site mais acessado do mundo, mais por incrível que pareça existe países que praticamente não usa o buscador. Veja abaixo os países e seus principais navegadores.

  1. RÚSSIA: O buscador que domina por lá com mais de 46% é o Yandex.
  2. REPÚBLICA CHECA:Seznam é outro nome desconhecido por aqui, mas na República Checa é o buscador preferido dos internautas.
  3. CHINA: O Baidu  é a página mais visitada da China, onde conta com 60% das buscas..
  4. CORÉIA DO SUL: Por lá quem domina é o Naver,  60% das buscas geradas naquele país são feita nesse buscador.
  5. JAPÃO: Ali o buscador é o Yahoo Japão, que dispõe de mais de 50% do mercado de buscas no Japão.

Só para lembrar no Brasil o Google domina 90% das buscas e é o site mais acessado junto com o Facebook e Youtube.

Fonte:[Mdig]

Os prejuízos que a tecnologia pode causar às crianças que usam em excesso

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O avanço da tecnologia e a facilidade de acesso aos dispositivos móveis e à internet têm mudado radicalmente a forma das pessoas viverem e se relacionarem.

As crianças não são uma exceção a este mundo informatizado no qual estamos vivendo. Os nascidos na chamada Geração Z estão aprendendo a conviver desde muito cedo com tablets, notebooks, smartphones e, obviamente, também estão interagindo de forma diferente com o mundo. Isto tem gerado muitas discussões sobre a influência da tecnologia na infância. Muitos estudos são realizados em torno da temática e médicos, psicólogos e educadores se mostram cada vez mais preocupados sobre ela.

Diante deste cenário, o site Blue Bus divulgou um infográfico baseado em uma pesquisa realizada pela AVG Tecnologies que entrevistou 6 mil mães de 10 países, incluindo o Brasil, e revelou que dentre as crianças com idade entre 3 e 5 anos:

  • 66% conseguem operar jogos de computador;
  • 47% sabem utilizar um smartphone;
  • 62% ligam o computador;
  • 57% sabem utilizar pelo menos um aplicativo no smartphone.

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Dentre as crianças entre 6 e 9 anos, a pesquisa ainda revelou que:

  • 89% das crianças nesta faixa etária utilizam internet. No Brasil, este índice sobe para 97%;
  • 7% passam mais de 10 horas conectadas diariamente. A grande maioria fica online por aproximadamente 5 horas;
  • 46% delas estão cadastradas em redes sociais infantis e 16% encontram-se no Facebook, cuja idade mínima permitida para participar é 13 anos. No Brasil este percentual é bem maior: 54% das crianças nesta faixa etária possuem uma conta na rede social.

Com relação às mães entrevistadas, a pesquisa mostrou que 64% delas utilizam controle dos pais no computador para saber o que seus filhos acessam e 47% acreditam que o uso da tecnologia é extremamente benéfico para as crianças, ajudando-as a desenvolver habilidades motoras e a criatividade.

Um estudo realizado pela agência de saúde pública britânica mostrou que quando as crianças passam muito tempo na internet elas podem desenvolver problemas de saúde mental, como depressão, ansiedade e agressividade. Além destes, outros problemas também são apontados:

  • Torcicolo causada por horas excessivas digitando mensagens de texto no smartphone;
  • Inchaço, dor e dormência nos dedos causados por digitação repetitiva;
  • Dores nos ombros e nas costas por utilização excessiva de tablets.

Para lidar com o problema, a pesquisa apresenta dicas que não impedem que as crianças utilizem os dispositivos eletrônicos, mas orienta os pais sobre como controlar este uso e evitar que possíveis danos sejam causados a elas. Confira alguns deles:

  • Mantenha o computador em local aberto onde as atividades realizadas nele possam ser acompanhadas;
  • Instale em tablets e smartphones aplicativos que possuam controle de pais e que tenham finalidades pedagógicas;
  • Estabeleça com seus filhos limites de tempo diário para utilizar a internet;
  • Mantenha as crianças fora das redes sociais e de sites adultos pelo menos até os 13 anos de idade;
  • Crie uma pasta de sites aprovados para crianças para que elas possam acessar por conta própria.

Medidas de segurança simples podem evitar que sua família seja vítima de crimes comuns que acontecem diariamente na internet, além de evitar que seus filhos possam eventualmente vir a ter problemas de saúde no futuro.

Se você se interessou pelo assunto e quer conferir a matéria completa, basta clicar aqui.

Fonte: [Canaltech]

Erros fatais ao escolher o nome da sua empresa…

A consequência de um nome mal escolhido pode render dores de cabeça se você não verificar se sua marca está de acordo com especificações da Junta Comercial, por exemplo. Ao se arrepender da escolha, é preciso dinheiro e tempo para promover outro nome. Confira abaixo, oito erros que empreendedores cometem ao nomear sua empresa.

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  • Não se planejar

“É preciso tomar o tempo necessário para escolher o nome. Toda a reputação vai estar em volta do nome e da marca escolhida”, afirma Giancarlo Greco, professor de marketing do Insper. Ele ainda recomenda que, se tiver condições, o ideal é buscar ajuda de um profissional que possa auxiliar no ponto de vista da criatividade e levantar as marcas existentes no mercado.

  • Escolher nomes longos

“O nome tem que ser fácil de gravar como Nike, Twitter e Apple”, diz Mafra. Para ele, nomes longos e difíceis de serem escritos podem ser inconvenientes durante uma reunião de negócios, por exemplo, em que os prováveis fornecedores ficam com medo de pronunciar o nome de maneira incorreta.

  • Ter nome muito parecido com o do concorrente

Para Greco, o nome é que ajudará sua empresa a se destacar no mercado, por isso, um nome muito similar ao do concorrente pode ser uma estratégia de querer se aproximar do líder, mas não é vantajoso. “Você acaba confundindo os clientes”, explica.

  • Recorrer a palavras muito genéricas ou específicas

Urdan explica que nomes muito óbvios, que sintetizam o serviço ou produto da empresa, podem ser uma saída fácil inicialmente. Afinal, esta estratégia ajuda a definir melhor o que a empresa faz através do nome. Escolher palavras muito genéricas ou muito específicas e regionais pode ser um erro, já que sua empresa fica sem uma marca bem definida.

  • Associar ao próprio nome

“Isso é uma faca de dois gumes, quando você associa seu nome à empresa, fica para sempre. E, se amanhã o empreendedor abrir outro negócio, corre o risco de ser associado ao anterior”, afirma Mafra.

  • Recorrer a palavras de outros idiomas

Neste caso, o erro não é usar termos em inglês ou de outras línguas estrangeiras, e sim, não se preocupar com o sentido da palavra e se será de fácil entendimento e pronúncia do público. “Se as palavras já foram incorporadas no nosso vocabulário, não tem problema. Mas se a recepcionista de sua empresa tem problema em pronunciar o nome, é preciso cuidado”, afirma Greco.

  • Ignorar a sonoridade

“Há propriedades fonéticas que são bem apropriadas para determinados segmentos”, afirma Urdan. Por isso, antes de nomear sua empresa, ele recomenda que empreendedores pesquisem sobre quais vogais e consoantes são recomendadas para determinados mercados. Para Greco, um nome com sonoridade ruim não associa simpatia aos clientes e fornecedores.

  • Abusar de siglas

Para os professores, as siglas podem ser mais fáceis, mas é importante que signifiquem algo. “De alguma forma, você tem que saber qual o serviço ou produto que esta sigla traduz”, explica Greco.

 Fonte: [Exame]

13 coisas que você não sabia sobre o Facebook

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Que o Facebook é a rede social mais popular do mundo, com 1,3 bilhão de usuários, você já sabe. Que seu dono é o jovem bilionário Mark Zuckerberg, também. Mas há pelo menos outras 13 informações sobre o site que você talvez desconheça. Listamos abaixo algumas curiosidades, reproduzidas do Buzzfeed.


 1. Al Pacino foi o primeiro rosto no Facebook

2. Todos os dias são feitas cerca de 600.000 tentativas de invasão de contas na rede social

3. 64% dos usuários que criaram um perfil visitam o site diariamente

4.  O Facebook é apontado como motivo de 1 em cada 3 divórcios britânicos

5. Por mês, mais de 1 bilhão de pessoas acessam o Facebook em dispositivos móveis.  Isso corresponde a 1/7 da população da Terra.

6.  Pessoas já foram assassinadas por desfazerem amizades na rede social

7.  Mesmo depois de deslogar, a rede social continua rastreando os sites que você visita.

8. Pagando US$ 0,29 , mensagens enviadas a pessoas desconhecidas aparecerão na caixa de entrada, e não na pasta “Outros”, que nunca é visualizada.

9. O Facebook é azul porque Mark Zuckerberg sofre de daltonismo.

10. Entre 2060 e 2130, o Facebook terá mais perfis de pessoas mortas do que vivas.

11. Digitando o número 4 depois da url principal do site, você será direcionado automaticamente para o perfil de Zuck.

12. Um adulto usuário médio da rede possui 338 amigos

13. O significado de “Poke” nunca foi definido.

Fonte: [Olhar Digital]