Archive for Redes Sociais

Adeus ao Orkut

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Após dez anos de conversas e conexões sociais on-line, nós decidimos que é hora de começar a nos despedir do Orkut. Ao longo da última década, YouTube, Blogger e Google+ decolaram, com comunidades surgindo em todos os cantos do mundo. O crescimento dessas comunidades ultrapassou o do Orkut e, por isso, decidimos concentrar nossas energias e recursos para tornar essas outras plataformas sociais ainda mais incríveis para todos os usuários.

O Orkut não estará mais disponível após o dia 30 de Setembro de 2014. Até lá vamos manter o Orkut no ar, sem grandes mudanças, para que você possa lidar com a transição. Você pode exportar as informações do seu perfil, mensagens de comunidades e fotos usando o Google Takeout (disponível até setembro de 2016). Um arquivo com todas as comunidades públicas ficará disponível online a partir de 30 de Setembro de 2014. Se você não quiser que seu nome ou posts sejam incluídos no arquivo de comunidades, você pode remover o Orkut permanentemente da sua conta Google. Para mais detalhes, por favor, visite a Central de Ajuda.

Foram 10 anos inesquecíveis. Pedimos desculpas para aqueles de vocês que ainda utilizam o Orkut regularmente. Esperamos que vocês encontrem outras comunidades online para alimentar novas conversas e construir ainda mais conexões, na próxima década e muito além.

Fonte: [Equipe Google]

Sabe como economizar a bateria do seu celular? Veja as dicas…

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Quem usa smartphone sabe que um dos pontos fracos do aparelho, independente da marca, é a duração da bateria. Isso ocorre justamente porque as funções ”inteligentes” consomem a energia do celular para funcionarem. Mas alguns ajustes pequenos nos smartphones podem fazer a bateria durar mais nos sistemas Android e iOS; veja a seguir.

  • Siga as instruções de recarga da fabricante do aparelho: Ao comprar seu smartphone, separe um tempinho para ler o manual de instruções e, principalmente, saber o que a fabricante indica sobre a recarga. Seguir a recomendação da empresa pode preservar por mais tempo a vida útil da bateria do smartphone.
  • Android tem configuração automática de economia de bateria: O sistema móvel do Google tem o ajuste automático de economia de bateria. Ele pode variar de acordo com a marca do smartphone. Mas em geral é encontrado em Configurações > Economia de Bateria. Assim, o aparelho coloca funções que consomem bateria em espera quando não utilizadas, elas são automaticamente ativadas quando a pessoa volta a usar o aparelho. 
  • Use o modo avião em locais onde o sinal é ruim: Há locais onde o sinal da rede celular falha ou é inexistente. Pode ser dentro do avião, viajando de carro para algum lugar remoto ou mesmo no metrô (estações em algumas cidades contam com antenas de operadoras, mas não é regra). Nesses casos, ativar o modo avião impede que o celular fique procurando a rede sem sucesso e gaste energia. No Android, em Configurações, ative o Modo Offline, que desliga as conexões e redes. Outra forma de acessar a função é apertar por alguns segundo o botão ligar/desligar. No iOS, vá em Ajustes e ative o modo Avião
  • Desligue os aplicativos que não está usando: É normal acessarmos um aplicativo atrás do outro no smartphone, sem encerrá-los (ao contrário do hábito comum em computadores, que é o de fecharmos os programas que não estão mais em uso). Então, lembre-se de encerrar os aplicativos depois de usá-los. No Android, aperte o botão central por alguns segundos, acesse a lista do que está aberto pelo gerenciador de tarefas e peça para ”encerrar tudo”. No iOS, aperte rápido duas vezes o botão Home para ver os últimos aplicativos usados, depois apoie o dedo sobre o ícone de um deles até que comecem a ”tremer” na tela. Aperte então o ícone de fechar Reprodução.
  • Desative notificações automáticas: Uma função comum nos smartphones é a de notificações automáticas (ou via push). O aparelho gasta energia ao buscar a atualização delas periodicamente. Para economizar a bateria do smartphone, você pode desativar as notificações menos importantes (ou até todas elas, se assim preferir). No Android, é possível desativar a sincronização automática de dados dos aplicativos (não as notificações) e a função de dados em 2º plano, que fica em Configurações > Contas e sincronização. No iOS, toda vez que você instala um aplicativo, ele pergunta se você permite notificações automáticas. Depois para alterar isso, vá em Ajustes, localize o aplicativo e desative as notificações. Também é possível retirar apps da Central de Notificações em Ajustes > Notificações
  • Desligue o 3G quando não está em uso: Um dos vilões de consumo da bateria do celular é justamente a rede de internet móvel. Com ela desligada, o smartphone ”perde a graça”, sem dúvida… Mas se você tem acesso a uma rede Wi-Fi, lembre-se de desabilitar o 3G quando a conexão sem fio estiver ativada Getty. Android, isso pode ser feito em Configurações > Conexões sem fio e rede > Redes móveis e desmarque a caixa. No iOS, vá em Ajustes > Geral > Rede e desative o 3G.
  • Desligue o Wi-Fi quando não está em uso: Apesar de ajudar a economizar bateria enquanto estamos com o 3G desligado, o Wi-Fi também leva embora parte da bateria do celular, principalmente quando está ativado com nenhuma rede por perto. Se não está usando a conexão sem fio, melhor desabilitá-la. No Android, abra a central de notificações (basta apoiar o dedo no menu superior e arrastá-lo para baixo) e desmarque o ícone de Wi-Fi. No iPhone, vá em Ajustes > Wi-Fi. 
  • Desligue o Bluetooth quando não está em uso: Mesmo quando você não está realizando alguma tarefa que dependa do Bluetooth, o smartphone fica procurando constantemente os dispositivos perto dele. E a bateria vai embora… No Android, abra a central de notificações (basta apoiar o dedo no menu superior e arrastá-lo para baixo) e desmarque o ícone de Bluetooth. No iOS, vá em Ajustes > Geral > Bluetooth (vale lembrar: quando você ativa o Acesso Pessoal, que compartilha a internet do iPhone, o Bluetooth poderá ser ligado).
  • Diminua o brilho da tela: Outro grande consumidor de bateria nos smartphones é o brilho da tela; quanto maior, mais energia o smartphone precisa gastar para manter a tela iluminada. Portanto, procure baixar a intensidade do brilho sempre que possível. No Android, vá em Configurações > Visualização > Brilho. Ainda em visualização, há a opção Ajuste Automático energia; deixe a opção marcada para poupar bateria. No iOS, vá em Ajustes > Brilho e diminua a intensidade. 
  • Diminua o tempo para bloqueio da tela: Se o brilho da tela suga a bateria do smartphone, o tempo que ela fica ligada, consequentemente, também. Portanto, quando mais rápido a tela entrar em espera, melhor para economizar energia. No Android, vá em Configurações > Visualização > Duração da luz de fundo e escolha a menor duração. No iOS, vá em Ajustes > Geral > Bloqueio automático e diminua o tempo. 
  • Selecione os aplicativos que acessam geolocalização: Assim como no caso das notificações automáticas, o serviço de localização é ativado ou não quando o usuário instala um aplicativo que usa o recurso (como Foursquare, Facebook, Mapas). É bom deixar ativado o recurso apenas para os apps essenciais para você. No Android, abra a central de notificações (basta apoiar o dedo no menu superior e arrastá-lo para baixo) e desmarque o ícone de GPS. No iOS, Vá em Ajustes > Serviços de Localização e deixe o recurso ativado para só os aplicativos que você usa mais.
  • Modo silencioso, só quando necessário: O modo silencioso, que faz o smartphone vibrar, gasta mais energia do que o som de toque. Então, é bom utilizar o recurso só quando precisar mesmo. No Android, para desativar o modo silencioso, apoie o dedo por alguns segundos no botão liga/desliga e desabilite a opção. No iOS, vá em Ajustes > Sons > Vibrar e desabilite o recurso.
  • Use aplicativos para gerenciar bateria: Existem aplicativos que auxiliam no gerenciamento de bateria e identificam programas que estão abertos (mesmo que você ache que já tenha fechado). No Android, há o Advanced Task Killer, da ReChild. No iOS, há o Battery Doctor, que mostra quanto tempo você ainda tem de bateria para cada recurso (horas de conversação em 2G, usando Wi-Fi, ouvindo músicas, etc.)

Fonte: [Uol]

O que é Sitemap

 

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O Sitemap (mapa de site) é um arquivo importante para o buscadores, em formato XML (eXtensible Markup Language) ou .TXT. O nome do arquivo não possui um padrão obrigatório, mas geralmente é chamado de SITEMAP.XML. Com a finalidade de listar as páginas de um site que gostaríamos de ter presentes nos resultados de busca. Os sites de busca oferecem ainda um mecanismo para que webmasters submetam o conteúdo de seus sites através de um  resumindo, arquivo sitemap.xml é usado como um índice aos buscadores, facilitando o acesso a essas páginas e arquivos. Pode ser criado de varias formas, manualmente através de aplicativos ou usando ferramentas online para gerar sitemaps, um exemplo é o site www.xml-sitemaps.com que cria sitemaps.xml sem a necessidade da instalação de um programa no computador. Uma vez gerado o (ou os) arquivo(s) sitemap, este deve ser colocado preferencialmente no diretório principal do site. Em seguida, devem ser informadas as ferramentas dos buscadores a localização e nome do arquivo para que comece o processo de rastreamento e indexação. No caso do Google a ferramenta é o Google Webmaster Tools.

Marco Civil da Internet? Cinco pontos essenciais para entender melhor a Lei…

Uma explicação básica preparada pelo Olhar Digital para tentar deixar o projeto mais claro. Define cincos pontos essenciais para entender Marco Civil da Internet. Veja abaixo:

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DIREITOS

O Marco Civil considera a internet uma ferramenta fundamental para a liberdade de expressão e diz que ela deve ajudar o brasileiro a se comunicar e se manifestar como bem entender, nos termos da Constituição.

O texto chega a apontar que “o acesso à internet é essencial ao exercício da cidadania”. O internauta tem garantia de que sua vida privada não será violada, a qualidade da conexão estará em linha com o contratado e que seus dados só serão repassados a terceiros se ele aceitar – ou em casos judiciais, chegaremos a este tópico.

NEUTRALIDADE

Um dos pontos essenciais do Marco Civil é o estabelecimento da neutralidade da rede. Em linhas gerais, quer dizer que as operadoras estão proibidas de vender pacotes de internet pelo tipo de uso.

O governo até pode fazer essa discriminação, mas só em duas situações: se ela for indispensável para a prestação dos serviços; ou se serviços de emergência precisarem ser priorizados. Mesmo assim, o presidente que estiver no comando não tem como simplesmente mandar tirar internet de um lugar e botar no outro. Ele precisará consultar o Comitê Gestor da Internet e a Agência Nacional de Telecomunicações.

GUARDA DE INFORMAÇÕES

Os provedores de internet e de serviços só serão obrigados a fornecer informações dos usuários se receberem ordem judicial. No caso dos registros de conexão, os dados precisam ser mantidos pelo menos por um ano, já os registros de acesso a aplicações têm um prazo menor: seis meses.

Qualquer empresa que opere no Brasil, mesmo sendo estrangeira precisa respeitar a legislação do país e entregar informações requeridas pela Justiça. Caso contrário, enfrentarão sanções entre advertência, multa de até 10% de seu faturamento, suspensão das atividades ou proibição de atuação.

Foi derrubada a obrigatoriedade de empresas operarem com data centers no Brasil ainda na Câmara.

RESPONSABILIZAÇÃO PELO CONTEÚDO

A empresa que fornece conexão nunca poderá ser responsabilizada pelo conteúdo postado por seus clientes. Já quem oferece serviços como redes sociais, blogs, vídeos etc. corre o risco de ser culpado, caso não tire o material do ar depois de avisado judicialmente. Por exemplo: se a Justiça mandar o Google tirar um vídeo racista do YouTube e isso não for feito, o Google se torna responsável por aquele material.

Haverá um prazo para que o conteúdo considerado ofensivo saia de circulação, mas o juiz que cuidar do caso pode antecipar isso se houver “prova inequívoca”, levando em conta a repercussão e os danos que o material estiver causando à pessoa prejudicada.

OBRIGAÇÕES DO GOVERNO

Administrações federal, estaduais e municipais terão uma série de determinações a cumprir, caso o Marco Civil se torne realidade. Entre eles estabelecer “mecanismos de governança multiparticipativa, transparente, colaborativa e democrática, com a participação do governo, do setor empresarial, da sociedade civil e da comunidade acadêmica”.

Os governos serão obrigados a estimular a expansão e o uso da rede, ensinando as pessoas a mexer com a tecnologia para “reduzir as desigualdades” e “fomentar a produção e circulação de conteúdo nacional”.

Os serviços de governo eletrônico precisarão ser integrados para agilizar processos, inclusive com setores da sociedade, e a internet ainda será usada para “publicidade e disseminação de dados e informações públicos, de forma aberta e estruturada”.

Por fim, há ainda a preferência por tecnologias, padrões e formatos abertos e livres, e a de se estimular a implantação de centros de armazenamento, gerenciamento e disseminação de dados no Brasil, “promovendo a qualidade técnica, a inovação e a difusão das aplicações de internet, sem prejuízo à abertura, à neutralidade e à natureza participativa”.

A Lei…

Projeto de Lei 2.126/2011 passou pelo Senado. Com isso, resta apenas a assinatura de Dilma Rousseff e a publicação no Diário Oficial para entrar em vigor o Marco Civil da Internet, determinando os direitos e deveres de todos os brasileiros conectados – incluindo governos, empresas que fornecem conexão e as que são responsáveis por serviços de e-mail, sites, redes sociais etc.

Caso prefira, baixe aqui (em .DOC) a versão aprovada na Câmara dos Deputados.

 Fonte: [Olhar Digital]

Quem Criou o www? Conheça um pouco sobre Tim Berners-Lee…

Focado em TI

Tim Berners-Lee

 

A pós-graduação da Universidade de Oxford, Tim Berners-Lee inventou a World Wide Web, uma iniciativa hipermídia baseado na Internet para compartilhar informações globais, enquanto no CERN, o Laboratório Europeu de Física de Partículas, em 1989. Ele escreveu o primeiro cliente web e servidor em 1990. Suas especificações de URIs, HTTP e HTML foram refinadas como a tecnologia Web propagação.

Ele é o diretor do World Wide Web Consortium (W3C), uma organização de padrões Web fundada em 1994 que desenvolve tecnologias interoperáveis ​​(especificações, diretrizes, software e ferramentas) para levar a Web ao seu potencial máximo. Ele era um diretor do Science Trust Web (WST), lançado em 2009 para promover a investigação e educação em Ciência da Web, o estudo multidisciplinar da humanidade conectada pela tecnologia.

Tim é diretor do World Wide Web Foundation, lançado em 2009 para coordenar os esforços para promover o potencial da Web para beneficiar a humanidade. Ele promoveu dados governamentais abertos a nível mundial, é membro do Conselho de Transparência do Reino Unido, e presidente do London Institute Open Data .

Em 2001 ele tornou-se membro da Royal Society. Ele tem sido o destinatário de vários prêmios internacionais, incluindo o Prêmio do Japão, o Prémio Príncipe das Astúrias Foundation, o Millennium Technology Prize e Die prêmio Quadriga da Alemanha. Em 2004, ele foi nomeado cavaleiro pela rainha Elizabeth e, em 2007, ele foi condecorado com a Ordem do Mérito. Em 2009 ele foi eleito um associado estrangeiro da Academia Nacional de Ciências. Ele é o autor do livro ” Tecendo a Web “.

Em 18 de março de 2013, Tim, junto com Vinton Cerf, Robert Kahn, Louis Pouzin e Marc Andreesen, foi agraciado com o Prêmio Rainha Elizabeth de Engenharia para a “inovação pioneira em engenharia que tem sido um benefício global para a humanidade.”

Fonte:[W3]

Internet das Coisas? Entenda…

tecnologia das coisas

Você sabia que a sua babá eletrônica poder ser usada para te espionar? E que a sua televisão pode monitorar seus hábitos de consumo? Estas perguntas podem parecer sem lógica em um primeiro momento, mas a era da Internet das Coisas – que conecta qualquer equipamento à Internet – aponta uma preocupação crescente relacionada a segurança online e privacidade das pessoas.

Apesar da Internet das Coisas estar em seu estágio inicial, o número de dispositivos habilitados para conexão à rede mundial de computadores é bastante extensa. De acordo com a Cisco, existem hoje mais de 10 bilhões de aparelhos conectados entre si no mundo, número maior que o total de habitantes do nosso planeta – que tem pouco mais de 7 bilhões. Neste contexto, pode-se dizer que  o número de dispositivos interligados atingirá a marca de 50 bilhões em 2020, ou seja, 50% do crescimento ocorrerá nos últimos três anos desta década.

Uma das explicações para esse aumento de equipamentos conectados à Web é o preço cada vez menor e mais acessível desses produtos aos consumidores. À medida que a Internet das Coisas ganha espaço no cotidiano das pessoas, um número crescente de aparelhos têm se tornado alvo de ataques maliciosos. Boa parte dos usuários sabe que seus computadores e smartphones podem ser atacados por malwares. Entretanto, poucas pessoas estão cientes das ameaças online em TVs, videogames e câmeras fotográficas.

Internet da coisas

Algo que é particularmente preocupante a respeito deste tipo de ameaça é que, em muitos casos, o usuário não tem a menor ideia de que seu dispositivo está executando alguma atividade indevida ou que está sendo atacado. Outro problema potencial é que alguns vendedores não fornecem atualizações de software, por causa de limitações de hardware ou tecnologia ultrapassada. Para evitar os perigos online, o consumidor deve ficar atento e sempre proteger seus aparelhos conectados à Internet, além de adotar algumas medidas de segurança:

  • Entenda o seus dispositivos: Só porque um dispositivo não possui uma tela ou um teclado, não significa que ele não é vulnerável a ataques;
  • Proteja seus aparelhos: Se você possui algo conectado à sua rede doméstica, há uma possibilidade de que ele seja acessível à Internet e, portanto, precisa ser protegido;
  • Verifique as configurações de segurança: Preste atenção às configurações de segurança em qualquer dispositivo que você compre. Se ele é acessível remotamente, porém o consumidor não usa este recurso, é recomendável que esta configuração seja desabilitada;
  • Altere as senhas padrão para uma que só você saiba: Não use senhas comuns ou simples demais, como “123456” ou “senha”. Uma longa combinação de letras, números e símbolos gera uma senha forte;
  • Utilize softwares atualizados: Verifique regularmente o site do fabricante para ver se há atualizações de software do seu dispositivo. Se as vulnerabilidades de segurança são descobertas, os fabricantes, muitas vezes, as corrigem e enviam novas atualizações para o programa.
Fonte: [OlharDigital]

11 dicas para ganhar audiência na internet.

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A internet é uma importante ferramenta para qualquer empresa nos dias de hoje, e para crescer no mundo digital é preciso muito trabalho e algumas técnicas elaboradas dentro e fora do seu site, blog, loja virtual.

Veja as dicas que podem favorecer na visibilidade da sua marca e do seu site no cenário web:

1. Melhorar o design: O aspecto visual de um site deve cumprir duas funções essenciais: ser atraente e ao mesmo tempo funcional. Para isso, é recomendável não usar cores estridentes, recorrer a um tamanho de fonte adequado para a leitura e optar por um design elegante. Com relação ao seu funcionamento, os visitantes devem poder encontrar o que lhes foi prometido facilmente. 

2. Otimizar o posicionamento do site (SEO): O usuário deve definir as 10 primeiras palavras-chave pelas quais quer que sua página online seja encontrada nos buscadores, tendo em consideração as práticas da concorrência e alternativas de diferenciação. Depois, é recomendável incluir as descrições das páginas e também os seus títulos com informaões relevantes sobre o que o site oferece. O Google, por exemplo, conta com ferramentas como o Analytics, que ajuda a obter estatísticas detalhadas sobre o tráfego. Melhorar o SEO de um site é uma tarefa que abrange muitos aspectos e está em constante evolução, portanto, é importante estar sempre atualizado com relação às novidades.

3. Adaptar o site para dispositivos móveis: Se um site não pode ser visualizado corretamente através de um smartphone ou tablet, com certeza perderá visitas. 

4. Otimizar a navegação: É recomendável a criação de um mapa do site porque isto facilita que a informação e conteúdo contidos nele sejam encontradas tanto pelos visitantes quanto pelos motores de pesquisa. Incluir um campo de pesquisa pode ajudar em questões mais específicas.

5. Atualizar o conteúdo: Para chamar a atenção de um visitante e conseguir que ele volte a visitá-lo, é importante oferecer algum tipo de novidade frequente. Uma página web não pode ficar estática e parada no tempo. É importante pensar como redator, anotando ideias que podem ser originais, divulgando ocasiões especiais ou notícias que valem a pena destacar e realizar atualizações sempre.

6. Redes sociais: São os canais ideais para compartilhar as atualizações e interagir com o público. Com isto, favorece-se o posicionamento de uma página e pode-se conhecer a opinião da audiência com relação a uma marca, produto ou serviço. 

7. Diminuir o tempo de carregamento do site: Este aspecto é fundamental tanto para usabilidade quanto para os motores de busca, que consideram este fator muito relevante para determinar o posicionamento das páginas. Uma boa estratégia é não abusar de elementos multimídia, utilizar sistemas de cache (para reduzir a largura de banda consumida e tempo de download) e eliminar complementos que não estão sendo usados.

8. Plano de marketing: Para que os visitantes se tornem clientes, é importante definir objetivos, estratégias e ferramentas que se usará para isso. É essencial planejar as ações que serão realizadas (por exemplo: ofertas, mailings informativos ou qualquer tipo de promoção), definir orçamento e agendar no calendário o tempo a ser reservado para executá-las.

9. Contato: Os visitantes agradecem quando encontram espaços claramente identificados para se expressarem, solicitar mais informação e avaliar o conteúdo publicado. 

10. Personalizar a página de erro: É possível modificar a página padrão de erro 404 por uma mensagem no idioma local. Também pode-se redirecionar o visitante para uma página determinada automaticamente e incluir um link para a página principal do site, para que o visitante possa continuar navegando normalmente.

11. Conteúdo multimídia: Este tipo de recurso atrai a atenção do público, por isso vale a pena publicar fotografias e vídeos do YouTube ou Vimeo que podem interessar aos visitantes. Identificar os tópicos e principais interesses da audiência facilita a tomada de decisões com base em suas preferências.

Fonte: [Olhar Digital]

Como Surgiu o YOUTUBE?

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Foi em fevereiro de 2005, quando em São Francisco, nos Estados Unidos, três jovens iniciaram o desenvolvimento de um site para compartilhamento de vídeos. 

Estes três jovens eram Steve Chen, Chad Hurley e Jawed Karim. Eles se conheceram na empresa onde trabalhavam, a famosa PayPal. 

Youtubefounders

No dia 14 daquele mês, os três registaram o domínio youtube.com e dedicaram-se a criar o website nos meses seguintes. 

O primeiro upload de um vídeo no dia 23 de Abril. Esse vídeo mostra Jawed Karim a passear no Jardim Zoológico San Diego. Tem o nome de “Me at the Zoo” e ainda se encontra disponível para visualização. Veja abaixo:

Em Maio do mesmo ano o site passou para a fase pública de testes, estando assim durante seis meses. Em Novembro de 2005 era oficialmente fundado o Youtube, com a sua sede situada na cidade de San Mateo. 

Apenas oito meses depois, em Julho de 2006, já eram introduzidos no Youtube 65.000 vídeos novos por dia e o site recebia 100 milhões de visitas por dia para visualização de vídeos. 

O sucesso sensacional despertou o interesse de grandes empresas e em Outubro de 2006, ou seja menos de um ano após a sua criação oficial, a Google adquiriu o Youtube por 1,65 biliões de dólares, mantendo no entanto o funcionamento da sua estrutura empresarial já existente, incluindo os seus três fundadores. Hoje, a sede do Youtube está localizada em San Bruno, na Califórnia, Estados Unidos. 

Fonte:[GrandesCuriosidades]

Os 10 profissionais de TI que se destacarão em 2014

O momento é propício para profissionais de TI que estão se preparando para dar um upgrade na carreira em 2014. Novos cargos devem ser criados e alguns talentos serão mais disputados, com perspectivas de valorização salarial.

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Confira as dez maiores demandas para 2014:

 

1. Cloud computing e virtualização
A computação em nuvem possui um modelo de infraestrutura de TI que provê recursos de modo mais fácil e econômico. Dessa forma, as empresas podem pensar em ter mais aplicações para aprimorar e alavancar negócios, o que, consequentemente, demanda que os profissionais de TI e os desenvolvedores de aplicativos tenham a habilidade de explorar os recursos da nuvem.

2. Programação e desenvolvimento de aplicativos
“Saber programar é e sempre será um grande diferencial em qualquer função de TI”, afirma Sandro Melo, professor e coordenador do curso de Redes de Computadores da BandTec, faculdade de TI ligada ao colégio Bandeirantes, os talentos de TI precisam reinventar-se constantemente.  Esta é uma habilidade importante, não só para quem atua com programação, mas também em outras áreas, como, por exemplo, o profissional de rede e banco de dados, em que o conhecimento de programação passa ser um diferencial para prover automação e escalabilidade.

3. Armazenamento de dados
Outra competência em alta. “As pessoas falam de computação em nuvem e se esquecem que esses arquivos têm que estar armazenados em algum lugar”, explica Melo. Por isso, há uma demanda crescente de profissionais com capacidade de criar, registrar, armazenar e gerenciar grande quantidade de estoque de dados.

4. BI
As empresas já aprenderam que inteligência de dados é algo relevante. Apesar de ser uma competência consolidada, as crescentes demandas motivam um campo fértil para expansão e também especialistas com domínio em BI.

5. Big Data
É preciso tratar dados não estruturados e torná-los úteis. Isso demanda profissionais com conhecimentos arrojados, que tenham boa base educacional nas áreas exatas, como cientistas de dados. Big Data é uma das principais prioridades para muitas empresas, mas precisa de pessoas certas para analisar a montanha de informação gerada todos os dias, principalmente a produzida pelas redes sociais.

6. Mobilidade
Em um futuro próximo, as pessoas deixarão de comprar computadores e passarão a utilizar apenas dispositivos móveis. E conforme há o crescimento deste recurso, as empresas passam a precisar, cada vez mais, de profissionais que estejam aptos a lidar com as demandas relacionadas à proliferação de tais dispositivos.

 7. IPv6
A “Internet das Coisas” vai gerar um outro conceito computacional, por isso é necessário existir estrutura que permita isso. No entanto, infelizmente, o Brasil ainda é um dos países que pouco fizeram. Muito disso por conta da falta de profissionais capacitados em IPv6.

8. Segurança
Garantir segurança nos ambientes atuais está cada vez mais complexo. Por isso, o mercado tem procurado profissionais que tenham a capacidade não só de construir modelos de segurança, mas também de testá-los, além de serem capaz de atuar quando o problema ocorrer.

 9. Soft Skills
Além das competências técnicas listadas acima, cada vez mais as empresas têm reconhecido a importância dos fatores comportamentais no trabalho. Seja para o sucesso dos projetos e processos, ou ainda, para o próprio desenvolvimento profissional, competências globais em gestão têm tido o mesmo peso que os conhecimentos técnicos.

“O ideal é que um profissional tenha um bom equilíbrio entre os hard e os ‘soft skills”, comenta Melo.  Para trabalhar essas competências com seus alunos, a BandTec oferece aos estudantes o Programa H, que integra formação humanista aos cursos de TI oferecidos pela instituição.

10. Inglês
Falar inglês na área de TI é essencial. Muitas das tecnologias são desenvolvidas nesse idioma, por isso, assim como uma boa formação, o idioma faz parte das competências necessárias do profissional que escolhe atuar em TI.

Fonte: [CIO.UOL]

Onde ficam os vírus no computador? Descubra a PASTA e apague-os manualmente…

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Muitas vezes o antivírus não apaga todos os vírus do PC, e ficamos sem saber se há ou não alguma ameaça instalada.

Com esse caminho abaixo você acessará a pasta onde fica a maioria dos vírus instalado e podendo assim apaga-los manualmente.

Confira agora mesmo e faça em seu PC…

1° PASSO: Vá em INICIAR, EXECUTAR e escreva REGEDIT. (Pode digitar REGEDIT no campo pesquisar + ENTER, click na pasta e vá para o próximo passo)

2° PASSO: Clique no “+” da pasta HKEY_LOCAL_MACHINE.

3° PASSO: Clique no “+” da pasta SOFTWARE.

4° PASSO: Clique no “+” da pasta MICROSOFT.

5° PASSO: Clique no “+” da pasta WINDOWS.

6° PASSO: Clique no “+” da pasta CURRENTVERSION.

7° PASSO: Agora não clique no “+” e sim na pasta RUN.

Procure algum arquivo que tenha 3 letras maiúsculas seguidas como, {{FAP.exeERT.exe …}} qual quer letra não importa só tem que ser 3 letras maiúsculas e se possuir algum arquivo com essa descrição, apague. Todos que terminarem com 3 letras maiúsculas e depois .exe são vírus podem apagar sem problemas…

“OBS: Muito cuidado por que nem todos os arquivos .exe” são vírus!! ATENÇÃO devem apagar os que tiverem 3 letras maiúsculas! Os “outros arquivos faz parte do funcionamento de todo sistema e se apagar pode comprometer seu computador”.

Fonte: [Tecmundo]

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