93% DOS CONSUMIDORES CONSIDERAM QUE A APARÊNCIA VISUAL É O FATOR QUE MAIS CONTRIBUI PARA A DECISÃO FINAL DE COMPRA

93% DOS CONSUMIDORES CONSIDERAM QUE A APARÊNCIA VISUAL É O FATOR QUE MAIS CONTRIBUI PARA A DECISÃO FINAL DE COMPRA

Mesmo sabendo da importância que as cores possuem, é comum vê-las junto ao “tópico” design deixados como fatores de baixa prioridade em estratégias de empresas dos mais variados setores.

De acordo com algumas pesquisas, 93% dos consumidores consideram que a aparência visual é o fator que mais contribui para a decisão final de compra.  “A cor representa 85% da razão pela qual você comprou um produto específico”, segundo Neil Patel do Quick Sprout.

Não negligencie a Psicologia das Cores em seus projetos. Uma escolha equivocada da cor da sua marca, embalagem ou anúncio pode culminar em resultados não satisfatórios.



 

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TÉCNICAS DE NEUROMARKETING UTILIZADAS POR SOPAS CAMPBELL’S

TÉCNICAS DE NEUROMARKETING UTILIZADAS POR SOPAS CAMPBELL’S

Sopas Campbell’s utilizou de técnicas de Neuromarketing para descobrir por que as prateleiras deixam alguns clientes frios. Após dois anos e o mapeamento das reações de 1.500 consumidores, os pesquisadores descobriram que atributos positivos relacionados à marca, como a sensação de calor, desapareciam quando as pessoas saíam de casa e se encontravam na frente da prateleira.

A solução foi buscar métodos para desencadear respostas emocionais nos supermercados.

A embalagem ganhou novo design.

Problema 1:

O logotipo anterior era encaixado em uma moldura que ocupava muito espaço, chegando até a competir em atenção com o restante das informações do rótulo.

 Solução 1:

Foi retirada a borda dando mais espaço para uma leitura mais clara da marca e aplicação de um design mais suave com uma onda na cor azul.

Problema 2:

O tipo de sabor do produto, no rótulo anterior ficava sem destaque, quase esmagado pela faixa vermelha do logotipo e isso dificultava o reconhecimento dos sabores.

Solução 2:

Os sabores ganharam mais espaço e movimento atraindo atenção para essa informação tão importante para determinar a escolha do produto na gôndola.

Problema 3

A grande colher, fria e também massivamente usada em outros rótulos foi retirada da estampa, assim como a imagem da sopa que parecia fria e sem sabor.

 Solução 3:

Sem a colher, sobrou mais espaço para uma nova imagem de sopa mais corada e consistente. Agora, a imagem tem um vapor mostrando que a sopa é quentinha e saborosa.



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4 EMPRESAS GIGANTES QUE QUASE MORRERAM E CONSEGUIRAM SE REERGUER

4 EMPRESAS GIGANTES QUE QUASE MORRERAM E CONSEGUIRAM SE REERGUER

Grandes empresas muitas vezes quebram. Um grande número delas já desapareceu nos últimos anos por falta de inovação: onde estão gigantes como Blockbuster, Yahoo, Kodak e Atari? Outras, porém, enfrentaram a morte e saíram mais fortes do que antes, depois de apostar em inovação e novos produtos.

Separamos aqui empresas que tiveram momentos muito dramáticos em suas trajetórias e que conseguiram se reinventar e se tornar mais fortes. Se a sua estiver em situação parecida, aposte em inovação: tirar uma empresa da crise muitas vezes é necessário alcançar novos mercados e inovar.

Apple

A precursora dos computadores pessoais passou por grandes dificuldades na década de 90. Depois da saída de Steve Jobs da Apple pela 1ª vez, parece que a companhia só fez produto perdedor – quem não se lembra do Newton – e estava em uma crise sem tamanho. Na virada do século, prestes a quebrar, chamou o fundador novamente para ser CEO da companhia (ao comprar sua startup, a NeXT).

Jobs agiu rapidamente, com a introdução do iMac (que foi um sucesso moderado), conseguiu um investimento polêmico com a Microsoft e focou em inovações. Pouco tempo depois, introduziu ao mercado o iPod, responsável por transformar a Apple nos olhos do consumidor e leva-la ao posto de uma das maiores empresas do mundo.

Crise resolvida, a companhia ainda desenvolveu o iPhone em 2007, aparelho que levou a Apple ao patamar de empresa mais valiosa do mundo e representante de mais de 50% das vendas da empresa nos últimos anos. A companhia hoje vale mais de US$ 1 trilhão e é comandada há quase uma década por Tim Cook, sucessor de Jobs.

BMW

Várias montadoras já quase morreram em suas trajetórias. Talvez nenhuma tenha tido um caso tão forte quanto a BMW, que amargou 14 anos de prejuízo desde o final da segunda guerra mundial, até o ano de 1959. Uma votação de acionistas foi chamada nesta época para discutir a dissolução da empresa.

A ideia era vender tudo ou uma fusão com a Daimler-Benz, dona da Mercedes-Benz, que se tornaria a grande rival da BMW eventualmente. As propostas foram negadas pelos acionistas da empresa, que resolveram investir na criação de carros para atingir um novo segmento que a BMW não atingia, os sedãs de 4 portas – com o BMW New Class. Deu certo e a empresa ganhou fôlego.

A partir daquele ano, a BMW voltou a lucrar e comprou uma outra montadora alemã, a Glas, que tinha produtos complementares aos seus e garantiu o crescimento do corpo técnico da BMW para iniciar novos modelos. Logo depois, a BMW iniciaria as séries 3, 5 e 7, que são seus carros mais icônicos até hoje.

Nokia

Uma reconstrução em andamento! A Nokia foi a dona do segmento de celulares, dominando-o como nenhuma empresa já o dominou. A empresa da Finlândia chegou a ter 80% dele e praticamente o controlava, tendo criado alguns dos primeiros smartphones (radicalmente diferentes de como são hoje) e até mesmo produtos híbridos (como o Ngage).

O primeiro sinal de desgaste veio com o Blackberry, que mostrava que um celular era capaz de fazer mais coisas que os celulares da Nokia faziam. E então veio a Apple, com o iPhone e destruiu os celulares Nokia. A companhia até tentou sobreviver, mas apostou no Windows Mobile (que perdeu frente iOS e Android) e teve sua divisão de celulares comprada pela Microsoft por uma fração do que ela já chegou a valer.

A Nokia agora foca em soluções de tecnologia, pesquisou o 5G aplicável a celulares e pode receber cerca de R$ 15 por smartphone, de qualquer marca, que resolver utilizar sua tecnologia. Além disso, a companhia também prepara uma nova divisão de celulares, agora apostando no sistema operacional Android.

Starbucks

A Starbucks é um caso um pouco diferente, mas tão importante de se estudar quanto. O quanto uma empresa depende da visão de seus fundadores. Com 2.500 lojas no ano 2000, a empresa era super rentável, quando o fundador e CEO, Howard Schultz, resolveu sair da companhia.

Seu sucessor empreendeu uma expansão muito rápida da rede, chegando a 16.000 lojas em 2008. Isso destruiu a rentabilidade das lojas (muitas vezes, havia uma loja da rede a cada esquina, disputando mercado) e colaborou para um enfraquecimento da marca perante seu público.

Nesse cenário de caos, Howard Schultz resolveu retomar sua posição como CEO da empresa. Ele fechou todas as lojas da Starbucks temporariamente para ensinar os funcionários a fazer um bom café (com o intuito de melhorar a qualidade do produto) e diminuiu a competição entre lojas da companhia. Além disso, fez com que todos os funcionários aprendessem os valores da companhia. Deu certo e a Starbucks voltou a ser uma empresa rentável, com cerca de 20 mil lojas melhores espalhadas hoje em dia.


Fonte: www.startse.com


 

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USAR PERFIL PESSOAL COMO PERFIL ‘COMERCIAL’ NO INSTAGRAM PODE PREJUDICAR A SUA PRIVACIDADE NA REDE

USAR PERFIL PESSOAL COMO PERFIL ‘COMERCIAL’ NO INSTAGRAM PODE PREJUDICAR A SUA PRIVACIDADE NA REDE

 

Para ter uma conta comercial no Instagram e acessar estas informações, é preciso informar um número de telefone ou e-mail ao público.

Milhões de jovens usuários do Instagram estão transformando seu perfil pessoal em comercial, apenas para ter acesso a algumas métricas da rede social e ao desempenho de seus posts. Porém, o que muitos não sabem, é que isso resulta em grande perda de privacidade.

Além de ter que deixar sua conta aberta ao público, ao mudar para uma conta comercial, os usuários concordam em deixar explícito seu número de telefone ou e-mail no aplicativo. A escolha, facilitada pelo design e pelo estímulo do próprio Instagram, pode colocar em risco a privacidade do jovem e de seus amigos, segundo David Stier, cientista de dados independentes.

Stier conduziu uma pesquisa com 200 mil contas no mundo, utilizando várias técnicas de amostragem diferentes. “Converso com os pais e pergunto: ‘Você sabia que, se seu filho de 13 anos transformar a conta dele no Instagram em uma conta comercial, mais de 1 bilhão de pessoas terão acesso às suas informações de contato?”, disse ele. “Todos os pais com quem falo dizem algo como: ‘você está brincando?”.

O Instagram disse que qualquer um pode mudar sua conta do Instagram para um perfil comercial. “Permitimos isso porque queremos que qualquer pessoa no Instagram possa começar um negócio, caso queira. Durante o processo de configuração, lembramos às pessoas que suas informações de contato estarão acessíveis a outras pessoas e permitirão que atualizem ou ocultem essas informações”.

O cientista contou que alertou o Instagram sobre o problema. Em resposta, a empresa deixou as informações pessoais menos visíveis. A rede social também informou que define 13 anos como idade mínima para abrir uma conta. Contudo, a maioria dos usuários simplesmente ignora essa definição.

Stier verificou a idade das pessoas com informações exibidas nas biografias ou perfis dos usuários. Ele disse que viu adolescentes com perfis com informações como “sem fins lucrativos” ou “atletas”. Mas, ao analisar seus perfis, descobriu que uma parte significativa deles não era de empresas, mas de pessoas comuns, às vezes com meras centenas de seguidores.

O Instagram disse que não considerou as descobertas do cientista uma vulnerabilidade, visto que a rede social alerta ao usuário sobre a idade mínima e sobre a exibição pública de informações de contato, o que significa que as pessoas fizeram suas próprias escolhas.

Porém, Stier ainda acredita que a empresa poderia tomar mais responsabilidade e encontrar um meio de não deixar as informações pessoais de contato disponíveis ao público.

Via: Olhar Digital

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NOVIDADE! FINALMENTE WHATSAPP NÃO DEIXARÁ QUALQUER PESSOA TE ADICIONAR A GRUPOS

NOVIDADE! FINALMENTE WHATSAPP NÃO DEIXARÁ QUALQUER PESSOA TE ADICIONAR A GRUPOS

 

O WhatsApp finalmente lançou uma ferramenta para evitar que qualquer pessoa te adicione a grupos que você nunca vai interagir.

A novidade permite uma configuração na qual você escolhe quem pode adicionar você a conversas em grupo, incluindo a opção “NINGUÉM”.

Para validar a nova configuração, abra o WhatsApp e vá em “Configurações”, depois “Contas” e “Privacidade”. Toque na opção “Grupos” e selecione a configuração que você prefere:

  • Ninguém (isso impede que qualquer pessoa te adicione a um grupo sem um convite);
  • Meus contatos (somente seus contatos podem adicionar você a um grupo sem um convite);
  • Qualquer pessoa (qualquer pessoa pode adicionar você a um grupo sem um convite).

A nova configuração de privacidade já está sendo lançada para alguns usuários, e fica disponível mundialmente nas próximas semanas.

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YOUTUBE TESTA FERRAMENTA PARA ALERTAR OS USUÁRIOS SOBRE FAKE NEWS

YOUTUBE TESTA FERRAMENTA PARA ALERTAR OS USUÁRIOS SOBRE FAKE NEWS

Como parte dos esforços da plataforma em combater a proliferação de teorias da conspiração e fake news, o YouTube passará a mostrar “painéis de informação” como o primeiro resultado de buscas sobre temas que são, segundo um representante da plataforma, “passíveis de desinformação”.

Ao invés de vídeos, esses painéis mostrarão links para sites de agências de fact checking (“checagem dos fatos” em português), que indicarão se alguma teoria da conspiração ou informação que está sendo compartilhada sobre o assunto nas redes sociais é falsa.

Por enquanto, a função está em fase de testes, e apenas alguns usuários da Índia têm acesso a esses painéis. Apesar disso, a Google já divulgou como exemplos de como eles deverão aparecer para os usuários do país. Um dos exemplos mostra uma pesquisa em inglês em que o usuário procura pelo tema “vírus no paracetamol”. Antes de exibir os resultados da pesquisa, a busca exibe um “HOAX ALERT!” (alerta de notícia falsa, em português) que revela que a informação compartilhada pelas redes sociais de que alguns comprimidos de paracetamol (remédio análgésico usado para deminuir a febre e acabar com os sintomas de dores no corpo) continham o vírus “Machupo”, considerado pela OMS um dos mais perigosos do mundo. Essa corrente já circulou pelo Brasil em meados de outubro de 2018, e alguns anos atrás já foi vista também nas redes sociais de Moçambique, mas em uma versão que falava sobre o vírus “Ebola”.



Outro exemplo mostrado pela Google é de uma pesquisa feita em Hindi (principal idioma nativo da Índia), onde o painel de informações alerta sobre uma tentativa de espalhar um vídeo feito por câmeras de segurança de uma bomba explodindo na Síria como se fosse um ataque de forças do Paquistão a agentes paramilitares indianos. Esse vídeo falso surgiu graças aos recentes conflitos entre a Índia e o Paquistão, e está sendo usado como uma maneira de fazer com que a população apoie o conflito ao tentar “demonizar” o outro lado como um país de terroristas sem escrúpulos.

Para que o projeto funcione, a Google fechou contratos de parceria com quase uma dezena de agências de fact checking da Índia, que irão fornecer as informações que serão apresentadas nesses painéis. Além disso, muitas dessas agências já trabalham com o Facebook para coibir a proliferação de notícias falsas na rede social de Zuckerberg, então são organizações que já estão há algum tempo no combate às teorias da conspiração e fake news.

De acordo com essas agências, elas não precisarão fornecer os links para suas matérias que confirmam se algo é mentiroso ou real para a Google de maneira manual, mas a própria IA do YouTube fará a checagem de assuntos que podem estar ligados a campanhas de desinformação, checar no histórico de páginas dos sites dessas agências se existe alguma informação sobre o tema, e fornecê-lo para o usuário como o primeiro elemento dos resultados de busca.

Essa não é a primeira ferramenta do YouTube para tentar combater os vídeos de desinformação que se proliferam diariamente na plataforma, e nos Estados Unidos o site já inclui links para artigos da Wikipedia que fornecem mais informações sobre assuntos abordados em conteúdos de teoria da conspiração. Apesar disso, a empresa tem sido duramente criticada nos últimos meses por seus algoritmos continuarem recomendando para os usuários vídeos sobre essas teorias, com assuntos como Terra Plana, Pizzagate e por que não se deve vacinar seus filhos, o que tem contribuído para a proliferação e maior aceitação dessas ideias.

Fonte: BuzzFeed News

 

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