Se você pensa que as cores adotadas no urbanismo de uma cidade possuem apenas a função de tornar a paisagem mais bonita, saiba que elas podem produzir certos efeitos e estimular reações específicas na vida dos moradores.

A luz, quando absorvida em determinada tonalidade, manda uma informação ao cérebro, que pode ser processada de várias maneiras, seja por sensações ancestrais (como associar o vermelho a algo perigoso) ou sensoriais (por exemplo, o laranja remete ao nascer e pôr do sol, momentos revigorantes, etc).

Nosso subconsciente se comunica através de símbolos, que trazem conceitos mais complexos do que palavras e ativam determinadas regiões do cérebro, responsáveis por memórias e emoções.

Isso vale também para o urbanismo das cidades: associamos cores e características a certos lugares e isso cria uma conexão de identidade e bem-estar em nosso cérebro. Por isso mesmo, cada vez mais cidades no mundo investem nas cores como atrativo para turistas e uma forma de melhorar a qualidade de vida e revitalizar espaços.

Lugares como Salvador, na Bahia, com seu Farol, o Pelourinho, o Elevador e a vista do azul brilhante da praia, e outras paisagens características com suas cores marcantes e vibrantes, possuem um senso de identidade próprio e despertam sensações positivas em seus visitantes.

 

Quando você pensa em cidades e paisagens coloridas, algum local vem à sua mente?

Conta para gente quais sensações você tem?


 

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