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Entenda um pouco sobre aplicações de Rede, o que esta por trás da internet…

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As aplicações de rede são a “razão de ser” da internet, permitindo que os usuários possam fazer coisas úteis e interessantes na rede. Sem as aplicações, a internet não teria sentido.
Podemos definir Aplicações de Redes dizendo que são programas de aplicações típicas da internet, exemplificado como o FTP, E-mail, Chat entre tantos outros. Esses programas de aplicações se comunicam entre si, trocando mensagem ou arquivos através da rede e de canais lógicos oferecidos pelos protocolos TCP/IP.
Os protocolos de aplicação são usados para definir os processos da aplicação, em particular os tipos de mensagens trocadas, a sintaxe e a semântica das mensagens alem das regras de como um processo envia ou responde uma mensagem.
Os protocolos de aplicação representa uma parte das aplicações de rede, pois cada aplicação atende uma demanda, podemos citar o WWW, que permite obterem documentos da web, usando algumas componentes como o HTML, HTTP e SMTP.
Uma aplicação de rede normalmente tem duas partes um lado cliente e um lado servidor que se comunica entre si.
Os dois processos se comunicam através do envio e recebimento de mensagem através de mecanismos chamados portas (sockets). Essas portas são a implementação dos protocolos de transportes da internet TCP e UDP. Estabelecendo um canal de comunicação lógica para a transferência de mensagem porta-a-porta entre os processos de aplicação rodando em dois computadores remotos.
Para que um processo em um computador possa enviar uma mensagem a um computador remoto ele deve endereçar quem vai receber a mensagem, informado o nome ou IP da maquina de destino, o numero da porta do processo do lado do receptor.
A escolha do tipo de serviço de transporte (UDP e TCP) depende do tipo de serviço que a aplicação vai necessitar. Levando em consideração, quanto a perda de dados, quanto aos requisitos temporários ou ainda quanto a largura de banda.

Para atender a estes requisitos, os dois protocolos de transporte da internet oferecem as seguintes facilidades:
TCP: serviço orientado a conexão, transporte confiável, controle de fluxo, controle de congestionamento e não prevê garantias temporárias ou de banda mínima.
UDP:Transferência de dados não confiável e não prevê abertura de conexão, confiabilidade, controle de fluxo, controle de congestionamento, garantias temporárias ou de banda mínima.
As aplicações WWW permite aos usuários obterem documentos ou paginas web. As paginas Web consiste de objetos podem ser arquivos, imagens, clipe de áudio ou vídeo, etc.
Os protocolos HTTP definem os navegadores Web (Cliente) requisitam páginas de servidores Web. Digamos que o usuário digite um site no browser essa aquisição HTTP e enviada para o servidor Web, onde o servidor recebe a aquisição e responde com uma mensagem HTTP contendo os objetos solicitados.

Aplicação de transferência de arquivos

Quando se fala em transferência de dados, FTP é o principal protocolo para transferir arquivos de um computador para outro, onde o usuário faz a transferência de arquivos de um computador remoto para um computador local e vice-versa. Muito usado para colocar um site na internet, ou seja, quando se tem um site pronto em seu computador, seja em HTML, PHP, ou outras, se usa o FTP para fazer o upload desses arquivos para um servidor na web.
Para isso o usuário deve oferecer sua identificação, nome e senha, seu domino e a porta, para fazer a transferência dos arquivos, contando com um software de FTP é simples fazer esse processo, e com isso o usuário esta realizando uma transferência de arquivos usado o FTP.
Os protocolos FTP, assim como o HTTP, roda sobre o TCP. Sendo que o FTP usa duas portas paralelas TCP para transferir arquivos: uma para controle e outra para a transferência de dados.
O protocolo SMTP usa serviço de transferência de dados confiável do TCP para transferir uma mensagem desde o remetente ate a caixa postal do destinatário. É o protocolo mais importante para o funcionamento do correio eletrônico.

O que é Sitemap

 

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O Sitemap (mapa de site) é um arquivo importante para o buscadores, em formato XML (eXtensible Markup Language) ou .TXT. O nome do arquivo não possui um padrão obrigatório, mas geralmente é chamado de SITEMAP.XML. Com a finalidade de listar as páginas de um site que gostaríamos de ter presentes nos resultados de busca. Os sites de busca oferecem ainda um mecanismo para que webmasters submetam o conteúdo de seus sites através de um  resumindo, arquivo sitemap.xml é usado como um índice aos buscadores, facilitando o acesso a essas páginas e arquivos. Pode ser criado de varias formas, manualmente através de aplicativos ou usando ferramentas online para gerar sitemaps, um exemplo é o site www.xml-sitemaps.com que cria sitemaps.xml sem a necessidade da instalação de um programa no computador. Uma vez gerado o (ou os) arquivo(s) sitemap, este deve ser colocado preferencialmente no diretório principal do site. Em seguida, devem ser informadas as ferramentas dos buscadores a localização e nome do arquivo para que comece o processo de rastreamento e indexação. No caso do Google a ferramenta é o Google Webmaster Tools.

Marco Civil da Internet? Cinco pontos essenciais para entender melhor a Lei…

Uma explicação básica preparada pelo Olhar Digital para tentar deixar o projeto mais claro. Define cincos pontos essenciais para entender Marco Civil da Internet. Veja abaixo:

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DIREITOS

O Marco Civil considera a internet uma ferramenta fundamental para a liberdade de expressão e diz que ela deve ajudar o brasileiro a se comunicar e se manifestar como bem entender, nos termos da Constituição.

O texto chega a apontar que “o acesso à internet é essencial ao exercício da cidadania”. O internauta tem garantia de que sua vida privada não será violada, a qualidade da conexão estará em linha com o contratado e que seus dados só serão repassados a terceiros se ele aceitar – ou em casos judiciais, chegaremos a este tópico.

NEUTRALIDADE

Um dos pontos essenciais do Marco Civil é o estabelecimento da neutralidade da rede. Em linhas gerais, quer dizer que as operadoras estão proibidas de vender pacotes de internet pelo tipo de uso.

O governo até pode fazer essa discriminação, mas só em duas situações: se ela for indispensável para a prestação dos serviços; ou se serviços de emergência precisarem ser priorizados. Mesmo assim, o presidente que estiver no comando não tem como simplesmente mandar tirar internet de um lugar e botar no outro. Ele precisará consultar o Comitê Gestor da Internet e a Agência Nacional de Telecomunicações.

GUARDA DE INFORMAÇÕES

Os provedores de internet e de serviços só serão obrigados a fornecer informações dos usuários se receberem ordem judicial. No caso dos registros de conexão, os dados precisam ser mantidos pelo menos por um ano, já os registros de acesso a aplicações têm um prazo menor: seis meses.

Qualquer empresa que opere no Brasil, mesmo sendo estrangeira precisa respeitar a legislação do país e entregar informações requeridas pela Justiça. Caso contrário, enfrentarão sanções entre advertência, multa de até 10% de seu faturamento, suspensão das atividades ou proibição de atuação.

Foi derrubada a obrigatoriedade de empresas operarem com data centers no Brasil ainda na Câmara.

RESPONSABILIZAÇÃO PELO CONTEÚDO

A empresa que fornece conexão nunca poderá ser responsabilizada pelo conteúdo postado por seus clientes. Já quem oferece serviços como redes sociais, blogs, vídeos etc. corre o risco de ser culpado, caso não tire o material do ar depois de avisado judicialmente. Por exemplo: se a Justiça mandar o Google tirar um vídeo racista do YouTube e isso não for feito, o Google se torna responsável por aquele material.

Haverá um prazo para que o conteúdo considerado ofensivo saia de circulação, mas o juiz que cuidar do caso pode antecipar isso se houver “prova inequívoca”, levando em conta a repercussão e os danos que o material estiver causando à pessoa prejudicada.

OBRIGAÇÕES DO GOVERNO

Administrações federal, estaduais e municipais terão uma série de determinações a cumprir, caso o Marco Civil se torne realidade. Entre eles estabelecer “mecanismos de governança multiparticipativa, transparente, colaborativa e democrática, com a participação do governo, do setor empresarial, da sociedade civil e da comunidade acadêmica”.

Os governos serão obrigados a estimular a expansão e o uso da rede, ensinando as pessoas a mexer com a tecnologia para “reduzir as desigualdades” e “fomentar a produção e circulação de conteúdo nacional”.

Os serviços de governo eletrônico precisarão ser integrados para agilizar processos, inclusive com setores da sociedade, e a internet ainda será usada para “publicidade e disseminação de dados e informações públicos, de forma aberta e estruturada”.

Por fim, há ainda a preferência por tecnologias, padrões e formatos abertos e livres, e a de se estimular a implantação de centros de armazenamento, gerenciamento e disseminação de dados no Brasil, “promovendo a qualidade técnica, a inovação e a difusão das aplicações de internet, sem prejuízo à abertura, à neutralidade e à natureza participativa”.

A Lei…

Projeto de Lei 2.126/2011 passou pelo Senado. Com isso, resta apenas a assinatura de Dilma Rousseff e a publicação no Diário Oficial para entrar em vigor o Marco Civil da Internet, determinando os direitos e deveres de todos os brasileiros conectados – incluindo governos, empresas que fornecem conexão e as que são responsáveis por serviços de e-mail, sites, redes sociais etc.

Caso prefira, baixe aqui (em .DOC) a versão aprovada na Câmara dos Deputados.

 Fonte: [Olhar Digital]

Quem Criou o www? Conheça um pouco sobre Tim Berners-Lee…

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Tim Berners-Lee

 

A pós-graduação da Universidade de Oxford, Tim Berners-Lee inventou a World Wide Web, uma iniciativa hipermídia baseado na Internet para compartilhar informações globais, enquanto no CERN, o Laboratório Europeu de Física de Partículas, em 1989. Ele escreveu o primeiro cliente web e servidor em 1990. Suas especificações de URIs, HTTP e HTML foram refinadas como a tecnologia Web propagação.

Ele é o diretor do World Wide Web Consortium (W3C), uma organização de padrões Web fundada em 1994 que desenvolve tecnologias interoperáveis ​​(especificações, diretrizes, software e ferramentas) para levar a Web ao seu potencial máximo. Ele era um diretor do Science Trust Web (WST), lançado em 2009 para promover a investigação e educação em Ciência da Web, o estudo multidisciplinar da humanidade conectada pela tecnologia.

Tim é diretor do World Wide Web Foundation, lançado em 2009 para coordenar os esforços para promover o potencial da Web para beneficiar a humanidade. Ele promoveu dados governamentais abertos a nível mundial, é membro do Conselho de Transparência do Reino Unido, e presidente do London Institute Open Data .

Em 2001 ele tornou-se membro da Royal Society. Ele tem sido o destinatário de vários prêmios internacionais, incluindo o Prêmio do Japão, o Prémio Príncipe das Astúrias Foundation, o Millennium Technology Prize e Die prêmio Quadriga da Alemanha. Em 2004, ele foi nomeado cavaleiro pela rainha Elizabeth e, em 2007, ele foi condecorado com a Ordem do Mérito. Em 2009 ele foi eleito um associado estrangeiro da Academia Nacional de Ciências. Ele é o autor do livro ” Tecendo a Web “.

Em 18 de março de 2013, Tim, junto com Vinton Cerf, Robert Kahn, Louis Pouzin e Marc Andreesen, foi agraciado com o Prêmio Rainha Elizabeth de Engenharia para a “inovação pioneira em engenharia que tem sido um benefício global para a humanidade.”

Fonte:[W3]

Internet das Coisas? Entenda…

tecnologia das coisas

Você sabia que a sua babá eletrônica poder ser usada para te espionar? E que a sua televisão pode monitorar seus hábitos de consumo? Estas perguntas podem parecer sem lógica em um primeiro momento, mas a era da Internet das Coisas – que conecta qualquer equipamento à Internet – aponta uma preocupação crescente relacionada a segurança online e privacidade das pessoas.

Apesar da Internet das Coisas estar em seu estágio inicial, o número de dispositivos habilitados para conexão à rede mundial de computadores é bastante extensa. De acordo com a Cisco, existem hoje mais de 10 bilhões de aparelhos conectados entre si no mundo, número maior que o total de habitantes do nosso planeta – que tem pouco mais de 7 bilhões. Neste contexto, pode-se dizer que  o número de dispositivos interligados atingirá a marca de 50 bilhões em 2020, ou seja, 50% do crescimento ocorrerá nos últimos três anos desta década.

Uma das explicações para esse aumento de equipamentos conectados à Web é o preço cada vez menor e mais acessível desses produtos aos consumidores. À medida que a Internet das Coisas ganha espaço no cotidiano das pessoas, um número crescente de aparelhos têm se tornado alvo de ataques maliciosos. Boa parte dos usuários sabe que seus computadores e smartphones podem ser atacados por malwares. Entretanto, poucas pessoas estão cientes das ameaças online em TVs, videogames e câmeras fotográficas.

Internet da coisas

Algo que é particularmente preocupante a respeito deste tipo de ameaça é que, em muitos casos, o usuário não tem a menor ideia de que seu dispositivo está executando alguma atividade indevida ou que está sendo atacado. Outro problema potencial é que alguns vendedores não fornecem atualizações de software, por causa de limitações de hardware ou tecnologia ultrapassada. Para evitar os perigos online, o consumidor deve ficar atento e sempre proteger seus aparelhos conectados à Internet, além de adotar algumas medidas de segurança:

  • Entenda o seus dispositivos: Só porque um dispositivo não possui uma tela ou um teclado, não significa que ele não é vulnerável a ataques;
  • Proteja seus aparelhos: Se você possui algo conectado à sua rede doméstica, há uma possibilidade de que ele seja acessível à Internet e, portanto, precisa ser protegido;
  • Verifique as configurações de segurança: Preste atenção às configurações de segurança em qualquer dispositivo que você compre. Se ele é acessível remotamente, porém o consumidor não usa este recurso, é recomendável que esta configuração seja desabilitada;
  • Altere as senhas padrão para uma que só você saiba: Não use senhas comuns ou simples demais, como “123456” ou “senha”. Uma longa combinação de letras, números e símbolos gera uma senha forte;
  • Utilize softwares atualizados: Verifique regularmente o site do fabricante para ver se há atualizações de software do seu dispositivo. Se as vulnerabilidades de segurança são descobertas, os fabricantes, muitas vezes, as corrigem e enviam novas atualizações para o programa.
Fonte: [OlharDigital]

11 dicas para ganhar audiência na internet.

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A internet é uma importante ferramenta para qualquer empresa nos dias de hoje, e para crescer no mundo digital é preciso muito trabalho e algumas técnicas elaboradas dentro e fora do seu site, blog, loja virtual.

Veja as dicas que podem favorecer na visibilidade da sua marca e do seu site no cenário web:

1. Melhorar o design: O aspecto visual de um site deve cumprir duas funções essenciais: ser atraente e ao mesmo tempo funcional. Para isso, é recomendável não usar cores estridentes, recorrer a um tamanho de fonte adequado para a leitura e optar por um design elegante. Com relação ao seu funcionamento, os visitantes devem poder encontrar o que lhes foi prometido facilmente. 

2. Otimizar o posicionamento do site (SEO): O usuário deve definir as 10 primeiras palavras-chave pelas quais quer que sua página online seja encontrada nos buscadores, tendo em consideração as práticas da concorrência e alternativas de diferenciação. Depois, é recomendável incluir as descrições das páginas e também os seus títulos com informaões relevantes sobre o que o site oferece. O Google, por exemplo, conta com ferramentas como o Analytics, que ajuda a obter estatísticas detalhadas sobre o tráfego. Melhorar o SEO de um site é uma tarefa que abrange muitos aspectos e está em constante evolução, portanto, é importante estar sempre atualizado com relação às novidades.

3. Adaptar o site para dispositivos móveis: Se um site não pode ser visualizado corretamente através de um smartphone ou tablet, com certeza perderá visitas. 

4. Otimizar a navegação: É recomendável a criação de um mapa do site porque isto facilita que a informação e conteúdo contidos nele sejam encontradas tanto pelos visitantes quanto pelos motores de pesquisa. Incluir um campo de pesquisa pode ajudar em questões mais específicas.

5. Atualizar o conteúdo: Para chamar a atenção de um visitante e conseguir que ele volte a visitá-lo, é importante oferecer algum tipo de novidade frequente. Uma página web não pode ficar estática e parada no tempo. É importante pensar como redator, anotando ideias que podem ser originais, divulgando ocasiões especiais ou notícias que valem a pena destacar e realizar atualizações sempre.

6. Redes sociais: São os canais ideais para compartilhar as atualizações e interagir com o público. Com isto, favorece-se o posicionamento de uma página e pode-se conhecer a opinião da audiência com relação a uma marca, produto ou serviço. 

7. Diminuir o tempo de carregamento do site: Este aspecto é fundamental tanto para usabilidade quanto para os motores de busca, que consideram este fator muito relevante para determinar o posicionamento das páginas. Uma boa estratégia é não abusar de elementos multimídia, utilizar sistemas de cache (para reduzir a largura de banda consumida e tempo de download) e eliminar complementos que não estão sendo usados.

8. Plano de marketing: Para que os visitantes se tornem clientes, é importante definir objetivos, estratégias e ferramentas que se usará para isso. É essencial planejar as ações que serão realizadas (por exemplo: ofertas, mailings informativos ou qualquer tipo de promoção), definir orçamento e agendar no calendário o tempo a ser reservado para executá-las.

9. Contato: Os visitantes agradecem quando encontram espaços claramente identificados para se expressarem, solicitar mais informação e avaliar o conteúdo publicado. 

10. Personalizar a página de erro: É possível modificar a página padrão de erro 404 por uma mensagem no idioma local. Também pode-se redirecionar o visitante para uma página determinada automaticamente e incluir um link para a página principal do site, para que o visitante possa continuar navegando normalmente.

11. Conteúdo multimídia: Este tipo de recurso atrai a atenção do público, por isso vale a pena publicar fotografias e vídeos do YouTube ou Vimeo que podem interessar aos visitantes. Identificar os tópicos e principais interesses da audiência facilita a tomada de decisões com base em suas preferências.

Fonte: [Olhar Digital]

Como Surgiu o YOUTUBE?

YouTube-logo

Foi em fevereiro de 2005, quando em São Francisco, nos Estados Unidos, três jovens iniciaram o desenvolvimento de um site para compartilhamento de vídeos. 

Estes três jovens eram Steve Chen, Chad Hurley e Jawed Karim. Eles se conheceram na empresa onde trabalhavam, a famosa PayPal. 

Youtubefounders

No dia 14 daquele mês, os três registaram o domínio youtube.com e dedicaram-se a criar o website nos meses seguintes. 

O primeiro upload de um vídeo no dia 23 de Abril. Esse vídeo mostra Jawed Karim a passear no Jardim Zoológico San Diego. Tem o nome de “Me at the Zoo” e ainda se encontra disponível para visualização. Veja abaixo:

Em Maio do mesmo ano o site passou para a fase pública de testes, estando assim durante seis meses. Em Novembro de 2005 era oficialmente fundado o Youtube, com a sua sede situada na cidade de San Mateo. 

Apenas oito meses depois, em Julho de 2006, já eram introduzidos no Youtube 65.000 vídeos novos por dia e o site recebia 100 milhões de visitas por dia para visualização de vídeos. 

O sucesso sensacional despertou o interesse de grandes empresas e em Outubro de 2006, ou seja menos de um ano após a sua criação oficial, a Google adquiriu o Youtube por 1,65 biliões de dólares, mantendo no entanto o funcionamento da sua estrutura empresarial já existente, incluindo os seus três fundadores. Hoje, a sede do Youtube está localizada em San Bruno, na Califórnia, Estados Unidos. 

Fonte:[GrandesCuriosidades]

Deixe seu Mouse de lado! E use os atalhos do Teclado! é simples…

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Veja como é simples usar os atalhos do seu teclado e realizar seus trabalhos mais rápido. Essa pequena lista mostra as principais teclas.

Confira abaixo: 

Alt + Enter Exibe propriedades de arquivo
Alt + Esc Alterna entre janelas na ordem em que foram abertas
Alt + F4 Fecha programa
Alt + Tab Alterna entre janelas de programas abertos
Alt + espaço, depois N ou X Minimiza ou maximiza janela
Ctrl + Esc Abre menu Iniciar
Ctrl + F4 Fecha janela de programa
Ctrl + Z Desfaz última ação
F1 Abre a ajuda
F2 Renomeia o item selecionado. 
F3 Realiza pesquisa
Print Screen Captura tela, para colar em programas como o “Paint”
Alt + Print Screen Captura somente janela ativa
Shift Ao inserir CD-ROM no drive, evita que ele seja reproduzido automaticamente
Shift + Del Exclui um item sem armazená-lo na lixeira
Shift + F10 Equivale ao clique com o botão direito do mouse
Shift + Tab Retrocede entre itens de um documento
Tab Avança entre itens de um documento
Windows + D Minimiza ou restaura todas as janelas
Windows Mostra o Menu Iniciar 
Windows + E Abre o Windows Explorer
Windows + F Abre o Pesquisar para arquivos
Windows + R Mostra a janela Executar
Windows + L Tranca a tela
Windows + U Abre o Gerenciador de Utilitários 
Windows + CTRL + F Mostra o Pesquisar para computador (em rede) 
Windows + Shift + M Desfaz minimizar (para todas as janelas)
Windows + F1 Para Ajuda e Suporte
Windows + BREAK Mostra as Propriedades de Sistema

 Com certeza você ira usar, facilita muito nosso dia a dia…

 

Os cinco erros mais comuns durante uma entrevista de emprego… Veja…

 

entrevista de emprego

Especialistas em recursos humanos listam abaixo cinco erros mais comuns durante uma entrevista de emprego que causam rejeição imediata do candidato. Vejam a seguir quais são:

1. Perda de controle 

Muitos profissionais ficam inseguros e tensos durante as entrevistas pessoalmente de emprego. Esse comportamento, às vezes, torna os candidatos incapazes de responder perguntas básicas com naturalidade, o que prejudica o seu desempenho.

2. Quebra de protocolo 

Antes de ir para uma entrevista é aconselhável saber o tipo de empresa para qual está se candidatando. Não há nada pior do que ir para entrevista com roupa inapropriada ou não respeitar a filosofia da companhia. Procure saber com antecedência o estilo de seu futuro empregador e siga o código de vestimenta. Pode ser que a empresa exija que você compareça com terno ou roupas formais. Se for mais despojada, pode até ser permitido o uso de roupas informais, desde que estejam adequadas para a ocasião.

3. Preparação insuficiente

Conhecer todos os detalhes e história da empresa para a qual deseja ser contratado é essencial. Esteja preparado para perguntas sobre o tipo de negócio do seu futuro empregador. Se informar sobre a companhia, sua atuação no mercado e saber como pode contribuir para a companhia, conta ponto a seu favor. É uma forma de mostrar que vale a pena ser contratado.

4. Perfil inadequado 

Às vezes o desespero para conseguir um novo emprego faz com que profissionais se candidatem ou aceitem participar de entrevistas para posições que não são apropriadas ao seu perfil. Eles podem estar fora da faixa etária exigida ou não ter experiência necessária para o cargo em aberto. Avalie com cautela se vale a pena se expor nessas situações. Você pode causar uma impressão ruim e não ser chamado para futuras entrevistas dessa empresa.

5. Falta de clareza nas respostas

Muitos candidatos são derrubados nas entrevistas por não saberem responder algumas perguntas com clareza. Eles dão respostas ambíguas quando são questionados sobre a experiência que colocaram em seu currículo, intervalos que ficaram desempregados ou as razões pelas quais deixaram o antigo emprego. Psicólogos recomendam que os profissionais se preparem bem para responder às perguntas de forma rápida e convincente.

Fonte:[cioUol]

 

Ferramentas do Google que muitas pessoas não conhecem…Confira….

A Google possui varias ferramentas que nos facilita nos dia a dia na web, com essas quatro não é diferente, conheça e participe…                veja abaixo:

 

 

Google Scholar

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O Google Scholar (Google Acadêmico em português) é uma ferramenta de pesquisa do Google que permite pesquisar em trabalhos acadêmicos, literatura escolar, jornais de universidades e artigos variados. Lançado em Novembro de 2004 passou a oferecer buscas em língua Portuguesa em 10 de janeiro de 2006.

 

 

Google Latitude

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O Google Latitude é um serviço que permite localizar amigos e visualizar suas localizações através do Google Maps.
Para que o serviço funcione, é necessário que o usuário e seu amigo usem o Google Latitude, e que ambos permitam o compartilhamento das informações.

 

 

 

 

Google Grupos

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O serviço de Grupos do Google é gratuito para comunidades on-line e grupos de discussão, incluindo postagens da Usenet (mais de 1 bilhão de mensagens). Recentemente, foram acrescentados vários recursos que tornam o Grupos do Google uma maneira mais eficiente de se comunicar com grupos de pessoas on-line.

 

 

Google Picasa

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Picasa é um programa de computador que inclui a edição digital de fotografias e cuja função principal é organizar a coleção de fotos digitais presentes no computador, de forma a facilitar a procura por fotografias específicas por parte do usuário do software. Foi criado pela empresa Picasa, Inc., adquirida em julho de 2004 pelo Google. A partir de então, a empresa norte-americana passou a oferecer o programa gratuitamente em sua página na Internet. Em janeiro de 2009, quase cinco anos após seu lançamento inicial, Google finalmente anunciou na MacWorld daquele ano o lançamento do Picasa para Mac. O programa tem total integração com o serviço gratuito Picasa Web, de armazenamento e compartilhamento de fotos online, também do Google.

 

Fonte: [Google]

 

 

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