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4 coisas irritantes em sites…

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Existem diversos fatos que dificultam o acesso a um site, uma URL complicada, não aparece no Google ou sem muitas referencias. Mais esses quatros problemas comum em muitos sites deixa qualquer pessoa irritada e sem intenção de voltar a acessar aquele ambiente, o cuidado é maior para com esses erros se seu site for institucional.

A dica é de Carla Unius, da agência de publicidade Unius Multimídia e Comunicação.

1 – Informações “escondidas”

Nada pior do que acessar o site da companhia e ter dificuldades para encontrar telefones, endereços e e-mail. Todos já experimentaram a sensação desagradável de gastar minutos em uma página para encontrar uma maneira de se comunicar com a empresa. O ideal é que esses dados estejam em destaque e visíveis em todas as páginas ou na maioria delas.

2 – Links quebrados e botões que não funcionam

Além de atrapalhar a navegação, um link que não funciona causa a impressão de descuido e desatualização. Não é raro ver sites com botões quebrados. É importante que a empresa teste com alguma frequência as opções e se certifique de que tudo está correto.

3 – Inserir música

A intenção é boa: cativar e entreter quem está navegando com uma música. Porém, há ambientes, como o profissional, em que as pessoas preferem o silêncio. Pode ser extremamente desagradável precisar procurar um botão para bloquear o som enquanto todos ao redor olham para saber de onde vem o ruído.

4 – Erros de português e termos técnicos

Quando o conteúdo de um site apresenta erros de ortografia, a credibilidade da mensagem e a imagem da empresa ficam automaticamente prejudicadas. Na hora da revisão, termos técnicos e traduções merecem atenção especial. Em caso de termos técnicos, há que se tomar também o cuidado para que leigos entendam a mensagem. A dica é colocar uma explicação entre parênteses, por exemplo.

Fonte:[Olhar Digital]

Saiba as origens de algumas palavras no meio tecnológico…

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Parece que não, mas muitos termos tecnológicos possuem origens totalmente diferentes da área de tecnologia. O Site Gizmodo citou alguns…

Veja os mais conhecidos e suas origens…

Bluetooth

No século 10, o rei escandinavo Harald Gormsson ficou conhecido por unir toda a Escandinávia por seu dente. Relatos afirmam que o dente era tão podre, que chegava a ser azul, o que tornou o rei conhecido e fez ele “cair no gosto do povo”. Assim, o monarca recebeu o apelido de “blue tooth” (em inglês, “dente azul”) e mais tarde, foi escolhido por Jim Kardach, desenvolvedor da Intel, para nomear a tecnologia sem fio da empresa.

Spam

Você pode não conhecer, mas durante anos, Spam era o nome de uma marca de carne enlatada que era encontrada facilmente, mas não era muito apreciada pela maioria das pessoas. A AOL, Prodigy e MUD, eles usavam a palavra “spam” em chats para se referir a pessoas que criavam macros para repetir a mesma coisa diversas vezes, entupindo as salas de bate-papo. Foi só mais tarde, nos anos 90, que os usuários resolveram adotar o termo para designar e-mails indesejados.

Google

O nome “Google” vai muito além de um conglomerado de serviços, aplicativos e produtos. Ele deriva do termo matemático “googol”, que responde por um número representado pelo numeral um seguido de 100 zeros. Quando Larry Page e Sergey Brin criaram a empresa, a ideia era uma metáfora na qual o buscador fosse capaz de armazenar uma quantidade aparentemente infinita de informações na internet.

Hack

Muito antes de surgirem os hackers, a palavra “hack” significava, em inglês, durante o ano 1200, um corte bruso ou truque inteligente. Foi só em 1975 que a palavra “hacker” apareceu no The Jargon File, um glossário para programadores. O termo possuía oito definições, sendo que o último designava alguém que fosse um “intrometido malicioso que tenta descobrir informações confidenciais”.

Cookies

A origem do termo cookies na tecnologia é uma metáfora e tanto. Para quem não sabe, “cookies” responde pelo conjunto de informações armazenadas pelo navegador, como senhas e nomes de usuários. Quando programadores resolveram achar um nome para designar esses dados, eles tiveram a ideia de compará-los com biscoitos da sorte chineses. Isso porque enquanto o biscoito salva fortunas dentro de seus conselhos, o programa também salva informações muito valiosas.

Bug

Quem sabe falar inglês sabe que “bug” significa “inseto”. E parece que foi mesmo um inseto que foi responsável pelo surgimento no termo na tecnologia. Isso porque uma teoria de 1947 afirma que quando Grace Hopper, pioneira da programação, estava trabalhando no computador Harvard Mark II, seu trabalho foi suspenso pela presença de uma mariposa que ficou presa no relay, um dos componentes do equipamento. O computador teve de ser reiniciado e daí, surgiu o termo “debugging”.

Fonte: [Olhar Digital]

A diferença em Site, Blog e Portal…

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Site

Qualquer projeto na web é um site, a palavra site vem da variação da palavra sítio que é utilizada no português de Portugal para referenciar os espaços na web. Porém a palavra site lembra modelos mais tradicionais na web onde a linguagem utilizada é mais formal, geralmente são utilizados para representar uma empresa ou produtos. Possui páginas abertas com conteúdos atualizados em tempos maiores.

Blog

Basicamente um blog tem as mesmas funções de um site, porém sua dinamicidade é muito maior. E a linguagem usada é um pouco menos formal. Atualmente existem blogs dos mais variados assuntos e segmentos que pensarmos, tem blog que trata do assunto de forma séria outros de forma divertida.

Portais

Como o próprio nome nos passa a ideia, portais são sites que possuem várias “portas”, para diferentes tipos de conteúdos de diferentes assuntos, sendo assim podemos classificar os portais como espaços que aglomeram e distribuem conteúdos variados.

 Fonte:[Portalgsti] [Juliana Basilio]

A evolução do computador – 15 de Agosto – dia da Informática

ENIAC

ENIAC

Há exatos 68 anos surgia o ENIAC, um dos computadores mais importantes para a história da informática, criado em 1946. Sua relevância foi tão grande que a data de 15 de agosto celebra o Dia da Informática.

Acrônimo de Computador e Integrador Numérico Eletrônico, o ENIAC foi desenvolvido por dois cientistas norte-americanos chamados John, o Mauchly e o Presper Eckert, ambos da Universidade da Pensilvânia.

O projeto começou em 1943 e a ideia era que o computador fosse usado para fins militares pelo Exército dos Estados Unidos, que estava envolvido com a Segunda Guerra Mundial.

Era um nível tecnológico inimaginável para muita gente. Funcionando a uma velocidade 1 mil vezes superior ao alcançado pelas máquinas da época, o ENIAC ganhou até o apelido de “cérebro gigante”.

Hoje, é claro, os 5 mil cálculos que ele fazia por segundo não são sequer comparáveis aos quatrilhões de operações que o supercomputador chinês Tianhe-2 alcança no mesmo tempo – é o mais potente do mundo, atualmente.

Tianhe-2

Tianhe-2

É importante observar, porém, que o ENIAC não é necessariamente o primeiro computador da história. O alemão Konrad Zuse desenvolveu, em 1936, o Z1, primeiro computador eletromecânico da história, que conseguia realizar cálculos e exibir a solução em uma fita perfurada. A máquina era gigantesca e pesava quase 500 kg e fazia apenas adições, subtrações, multiplicações e divisões, além de cálculo de raiz quadrada. Pouco depois, ele criou o Z3, a primeira máquina totalmente automática e programável.

Por muitos anos, a “paternidade” do computador ficou com John Mauchly and John Eckert, o que foi contestado ao longo dos anos. Com a controvérsia, o computador foi considerada uma invenção de domínio público.

LEIA MAIS AQUI

 

Fonte: [Olhar Digital]

 

Sabe como economizar a bateria do seu celular? Veja as dicas…

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Quem usa smartphone sabe que um dos pontos fracos do aparelho, independente da marca, é a duração da bateria. Isso ocorre justamente porque as funções ”inteligentes” consomem a energia do celular para funcionarem. Mas alguns ajustes pequenos nos smartphones podem fazer a bateria durar mais nos sistemas Android e iOS; veja a seguir.

  • Siga as instruções de recarga da fabricante do aparelho: Ao comprar seu smartphone, separe um tempinho para ler o manual de instruções e, principalmente, saber o que a fabricante indica sobre a recarga. Seguir a recomendação da empresa pode preservar por mais tempo a vida útil da bateria do smartphone.
  • Android tem configuração automática de economia de bateria: O sistema móvel do Google tem o ajuste automático de economia de bateria. Ele pode variar de acordo com a marca do smartphone. Mas em geral é encontrado em Configurações > Economia de Bateria. Assim, o aparelho coloca funções que consomem bateria em espera quando não utilizadas, elas são automaticamente ativadas quando a pessoa volta a usar o aparelho. 
  • Use o modo avião em locais onde o sinal é ruim: Há locais onde o sinal da rede celular falha ou é inexistente. Pode ser dentro do avião, viajando de carro para algum lugar remoto ou mesmo no metrô (estações em algumas cidades contam com antenas de operadoras, mas não é regra). Nesses casos, ativar o modo avião impede que o celular fique procurando a rede sem sucesso e gaste energia. No Android, em Configurações, ative o Modo Offline, que desliga as conexões e redes. Outra forma de acessar a função é apertar por alguns segundo o botão ligar/desligar. No iOS, vá em Ajustes e ative o modo Avião
  • Desligue os aplicativos que não está usando: É normal acessarmos um aplicativo atrás do outro no smartphone, sem encerrá-los (ao contrário do hábito comum em computadores, que é o de fecharmos os programas que não estão mais em uso). Então, lembre-se de encerrar os aplicativos depois de usá-los. No Android, aperte o botão central por alguns segundos, acesse a lista do que está aberto pelo gerenciador de tarefas e peça para ”encerrar tudo”. No iOS, aperte rápido duas vezes o botão Home para ver os últimos aplicativos usados, depois apoie o dedo sobre o ícone de um deles até que comecem a ”tremer” na tela. Aperte então o ícone de fechar Reprodução.
  • Desative notificações automáticas: Uma função comum nos smartphones é a de notificações automáticas (ou via push). O aparelho gasta energia ao buscar a atualização delas periodicamente. Para economizar a bateria do smartphone, você pode desativar as notificações menos importantes (ou até todas elas, se assim preferir). No Android, é possível desativar a sincronização automática de dados dos aplicativos (não as notificações) e a função de dados em 2º plano, que fica em Configurações > Contas e sincronização. No iOS, toda vez que você instala um aplicativo, ele pergunta se você permite notificações automáticas. Depois para alterar isso, vá em Ajustes, localize o aplicativo e desative as notificações. Também é possível retirar apps da Central de Notificações em Ajustes > Notificações
  • Desligue o 3G quando não está em uso: Um dos vilões de consumo da bateria do celular é justamente a rede de internet móvel. Com ela desligada, o smartphone ”perde a graça”, sem dúvida… Mas se você tem acesso a uma rede Wi-Fi, lembre-se de desabilitar o 3G quando a conexão sem fio estiver ativada Getty. Android, isso pode ser feito em Configurações > Conexões sem fio e rede > Redes móveis e desmarque a caixa. No iOS, vá em Ajustes > Geral > Rede e desative o 3G.
  • Desligue o Wi-Fi quando não está em uso: Apesar de ajudar a economizar bateria enquanto estamos com o 3G desligado, o Wi-Fi também leva embora parte da bateria do celular, principalmente quando está ativado com nenhuma rede por perto. Se não está usando a conexão sem fio, melhor desabilitá-la. No Android, abra a central de notificações (basta apoiar o dedo no menu superior e arrastá-lo para baixo) e desmarque o ícone de Wi-Fi. No iPhone, vá em Ajustes > Wi-Fi. 
  • Desligue o Bluetooth quando não está em uso: Mesmo quando você não está realizando alguma tarefa que dependa do Bluetooth, o smartphone fica procurando constantemente os dispositivos perto dele. E a bateria vai embora… No Android, abra a central de notificações (basta apoiar o dedo no menu superior e arrastá-lo para baixo) e desmarque o ícone de Bluetooth. No iOS, vá em Ajustes > Geral > Bluetooth (vale lembrar: quando você ativa o Acesso Pessoal, que compartilha a internet do iPhone, o Bluetooth poderá ser ligado).
  • Diminua o brilho da tela: Outro grande consumidor de bateria nos smartphones é o brilho da tela; quanto maior, mais energia o smartphone precisa gastar para manter a tela iluminada. Portanto, procure baixar a intensidade do brilho sempre que possível. No Android, vá em Configurações > Visualização > Brilho. Ainda em visualização, há a opção Ajuste Automático energia; deixe a opção marcada para poupar bateria. No iOS, vá em Ajustes > Brilho e diminua a intensidade. 
  • Diminua o tempo para bloqueio da tela: Se o brilho da tela suga a bateria do smartphone, o tempo que ela fica ligada, consequentemente, também. Portanto, quando mais rápido a tela entrar em espera, melhor para economizar energia. No Android, vá em Configurações > Visualização > Duração da luz de fundo e escolha a menor duração. No iOS, vá em Ajustes > Geral > Bloqueio automático e diminua o tempo. 
  • Selecione os aplicativos que acessam geolocalização: Assim como no caso das notificações automáticas, o serviço de localização é ativado ou não quando o usuário instala um aplicativo que usa o recurso (como Foursquare, Facebook, Mapas). É bom deixar ativado o recurso apenas para os apps essenciais para você. No Android, abra a central de notificações (basta apoiar o dedo no menu superior e arrastá-lo para baixo) e desmarque o ícone de GPS. No iOS, Vá em Ajustes > Serviços de Localização e deixe o recurso ativado para só os aplicativos que você usa mais.
  • Modo silencioso, só quando necessário: O modo silencioso, que faz o smartphone vibrar, gasta mais energia do que o som de toque. Então, é bom utilizar o recurso só quando precisar mesmo. No Android, para desativar o modo silencioso, apoie o dedo por alguns segundos no botão liga/desliga e desabilite a opção. No iOS, vá em Ajustes > Sons > Vibrar e desabilite o recurso.
  • Use aplicativos para gerenciar bateria: Existem aplicativos que auxiliam no gerenciamento de bateria e identificam programas que estão abertos (mesmo que você ache que já tenha fechado). No Android, há o Advanced Task Killer, da ReChild. No iOS, há o Battery Doctor, que mostra quanto tempo você ainda tem de bateria para cada recurso (horas de conversação em 2G, usando Wi-Fi, ouvindo músicas, etc.)

Fonte: [Uol]

Internet das Coisas? Entenda…

tecnologia das coisas

Você sabia que a sua babá eletrônica poder ser usada para te espionar? E que a sua televisão pode monitorar seus hábitos de consumo? Estas perguntas podem parecer sem lógica em um primeiro momento, mas a era da Internet das Coisas – que conecta qualquer equipamento à Internet – aponta uma preocupação crescente relacionada a segurança online e privacidade das pessoas.

Apesar da Internet das Coisas estar em seu estágio inicial, o número de dispositivos habilitados para conexão à rede mundial de computadores é bastante extensa. De acordo com a Cisco, existem hoje mais de 10 bilhões de aparelhos conectados entre si no mundo, número maior que o total de habitantes do nosso planeta – que tem pouco mais de 7 bilhões. Neste contexto, pode-se dizer que  o número de dispositivos interligados atingirá a marca de 50 bilhões em 2020, ou seja, 50% do crescimento ocorrerá nos últimos três anos desta década.

Uma das explicações para esse aumento de equipamentos conectados à Web é o preço cada vez menor e mais acessível desses produtos aos consumidores. À medida que a Internet das Coisas ganha espaço no cotidiano das pessoas, um número crescente de aparelhos têm se tornado alvo de ataques maliciosos. Boa parte dos usuários sabe que seus computadores e smartphones podem ser atacados por malwares. Entretanto, poucas pessoas estão cientes das ameaças online em TVs, videogames e câmeras fotográficas.

Internet da coisas

Algo que é particularmente preocupante a respeito deste tipo de ameaça é que, em muitos casos, o usuário não tem a menor ideia de que seu dispositivo está executando alguma atividade indevida ou que está sendo atacado. Outro problema potencial é que alguns vendedores não fornecem atualizações de software, por causa de limitações de hardware ou tecnologia ultrapassada. Para evitar os perigos online, o consumidor deve ficar atento e sempre proteger seus aparelhos conectados à Internet, além de adotar algumas medidas de segurança:

  • Entenda o seus dispositivos: Só porque um dispositivo não possui uma tela ou um teclado, não significa que ele não é vulnerável a ataques;
  • Proteja seus aparelhos: Se você possui algo conectado à sua rede doméstica, há uma possibilidade de que ele seja acessível à Internet e, portanto, precisa ser protegido;
  • Verifique as configurações de segurança: Preste atenção às configurações de segurança em qualquer dispositivo que você compre. Se ele é acessível remotamente, porém o consumidor não usa este recurso, é recomendável que esta configuração seja desabilitada;
  • Altere as senhas padrão para uma que só você saiba: Não use senhas comuns ou simples demais, como “123456” ou “senha”. Uma longa combinação de letras, números e símbolos gera uma senha forte;
  • Utilize softwares atualizados: Verifique regularmente o site do fabricante para ver se há atualizações de software do seu dispositivo. Se as vulnerabilidades de segurança são descobertas, os fabricantes, muitas vezes, as corrigem e enviam novas atualizações para o programa.
Fonte: [OlharDigital]

11 dicas para ganhar audiência na internet.

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A internet é uma importante ferramenta para qualquer empresa nos dias de hoje, e para crescer no mundo digital é preciso muito trabalho e algumas técnicas elaboradas dentro e fora do seu site, blog, loja virtual.

Veja as dicas que podem favorecer na visibilidade da sua marca e do seu site no cenário web:

1. Melhorar o design: O aspecto visual de um site deve cumprir duas funções essenciais: ser atraente e ao mesmo tempo funcional. Para isso, é recomendável não usar cores estridentes, recorrer a um tamanho de fonte adequado para a leitura e optar por um design elegante. Com relação ao seu funcionamento, os visitantes devem poder encontrar o que lhes foi prometido facilmente. 

2. Otimizar o posicionamento do site (SEO): O usuário deve definir as 10 primeiras palavras-chave pelas quais quer que sua página online seja encontrada nos buscadores, tendo em consideração as práticas da concorrência e alternativas de diferenciação. Depois, é recomendável incluir as descrições das páginas e também os seus títulos com informaões relevantes sobre o que o site oferece. O Google, por exemplo, conta com ferramentas como o Analytics, que ajuda a obter estatísticas detalhadas sobre o tráfego. Melhorar o SEO de um site é uma tarefa que abrange muitos aspectos e está em constante evolução, portanto, é importante estar sempre atualizado com relação às novidades.

3. Adaptar o site para dispositivos móveis: Se um site não pode ser visualizado corretamente através de um smartphone ou tablet, com certeza perderá visitas. 

4. Otimizar a navegação: É recomendável a criação de um mapa do site porque isto facilita que a informação e conteúdo contidos nele sejam encontradas tanto pelos visitantes quanto pelos motores de pesquisa. Incluir um campo de pesquisa pode ajudar em questões mais específicas.

5. Atualizar o conteúdo: Para chamar a atenção de um visitante e conseguir que ele volte a visitá-lo, é importante oferecer algum tipo de novidade frequente. Uma página web não pode ficar estática e parada no tempo. É importante pensar como redator, anotando ideias que podem ser originais, divulgando ocasiões especiais ou notícias que valem a pena destacar e realizar atualizações sempre.

6. Redes sociais: São os canais ideais para compartilhar as atualizações e interagir com o público. Com isto, favorece-se o posicionamento de uma página e pode-se conhecer a opinião da audiência com relação a uma marca, produto ou serviço. 

7. Diminuir o tempo de carregamento do site: Este aspecto é fundamental tanto para usabilidade quanto para os motores de busca, que consideram este fator muito relevante para determinar o posicionamento das páginas. Uma boa estratégia é não abusar de elementos multimídia, utilizar sistemas de cache (para reduzir a largura de banda consumida e tempo de download) e eliminar complementos que não estão sendo usados.

8. Plano de marketing: Para que os visitantes se tornem clientes, é importante definir objetivos, estratégias e ferramentas que se usará para isso. É essencial planejar as ações que serão realizadas (por exemplo: ofertas, mailings informativos ou qualquer tipo de promoção), definir orçamento e agendar no calendário o tempo a ser reservado para executá-las.

9. Contato: Os visitantes agradecem quando encontram espaços claramente identificados para se expressarem, solicitar mais informação e avaliar o conteúdo publicado. 

10. Personalizar a página de erro: É possível modificar a página padrão de erro 404 por uma mensagem no idioma local. Também pode-se redirecionar o visitante para uma página determinada automaticamente e incluir um link para a página principal do site, para que o visitante possa continuar navegando normalmente.

11. Conteúdo multimídia: Este tipo de recurso atrai a atenção do público, por isso vale a pena publicar fotografias e vídeos do YouTube ou Vimeo que podem interessar aos visitantes. Identificar os tópicos e principais interesses da audiência facilita a tomada de decisões com base em suas preferências.

Fonte: [Olhar Digital]
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