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NOVIDADE! FINALMENTE WHATSAPP NÃO DEIXARÁ QUALQUER PESSOA TE ADICIONAR A GRUPOS

O WhatsApp finalmente lançou uma ferramenta para evitar que qualquer pessoa te adicione a grupos que você nunca vai interagir.

A novidade permite uma configuração na qual você escolhe quem pode adicionar você a conversas em grupo, incluindo a opção “NINGUÉM”.

Para validar a nova configuração, abra o WhatsApp e vá em “Configurações”, depois “Contas” e “Privacidade”. Toque na opção “Grupos” e selecione a configuração que você prefere:

  • Ninguém (isso impede que qualquer pessoa te adicione a um grupo sem um convite);
  • Meus contatos (somente seus contatos podem adicionar você a um grupo sem um convite);
  • Qualquer pessoa (qualquer pessoa pode adicionar você a um grupo sem um convite).

A nova configuração de privacidade já está sendo lançada para alguns usuários, e fica disponível mundialmente nas próximas semanas.

YOUTUBE TESTA FERRAMENTA PARA ALERTAR OS USUÁRIOS SOBRE FAKE NEWS

Como parte dos esforços da plataforma em combater a proliferação de teorias da conspiração e fake news, o YouTube passará a mostrar “painéis de informação” como o primeiro resultado de buscas sobre temas que são, segundo um representante da plataforma, “passíveis de desinformação”.

Ao invés de vídeos, esses painéis mostrarão links para sites de agências de fact checking (“checagem dos fatos” em português), que indicarão se alguma teoria da conspiração ou informação que está sendo compartilhada sobre o assunto nas redes sociais é falsa.

Por enquanto, a função está em fase de testes, e apenas alguns usuários da Índia têm acesso a esses painéis. Apesar disso, a Google já divulgou como exemplos de como eles deverão aparecer para os usuários do país. Um dos exemplos mostra uma pesquisa em inglês em que o usuário procura pelo tema “vírus no paracetamol”. Antes de exibir os resultados da pesquisa, a busca exibe um “HOAX ALERT!” (alerta de notícia falsa, em português) que revela que a informação compartilhada pelas redes sociais de que alguns comprimidos de paracetamol (remédio análgésico usado para deminuir a febre e acabar com os sintomas de dores no corpo) continham o vírus “Machupo”, considerado pela OMS um dos mais perigosos do mundo. Essa corrente já circulou pelo Brasil em meados de outubro de 2018, e alguns anos atrás já foi vista também nas redes sociais de Moçambique, mas em uma versão que falava sobre o vírus “Ebola”.



Outro exemplo mostrado pela Google é de uma pesquisa feita em Hindi (principal idioma nativo da Índia), onde o painel de informações alerta sobre uma tentativa de espalhar um vídeo feito por câmeras de segurança de uma bomba explodindo na Síria como se fosse um ataque de forças do Paquistão a agentes paramilitares indianos. Esse vídeo falso surgiu graças aos recentes conflitos entre a Índia e o Paquistão, e está sendo usado como uma maneira de fazer com que a população apoie o conflito ao tentar “demonizar” o outro lado como um país de terroristas sem escrúpulos.

Para que o projeto funcione, a Google fechou contratos de parceria com quase uma dezena de agências de fact checking da Índia, que irão fornecer as informações que serão apresentadas nesses painéis. Além disso, muitas dessas agências já trabalham com o Facebook para coibir a proliferação de notícias falsas na rede social de Zuckerberg, então são organizações que já estão há algum tempo no combate às teorias da conspiração e fake news.

De acordo com essas agências, elas não precisarão fornecer os links para suas matérias que confirmam se algo é mentiroso ou real para a Google de maneira manual, mas a própria IA do YouTube fará a checagem de assuntos que podem estar ligados a campanhas de desinformação, checar no histórico de páginas dos sites dessas agências se existe alguma informação sobre o tema, e fornecê-lo para o usuário como o primeiro elemento dos resultados de busca.

Essa não é a primeira ferramenta do YouTube para tentar combater os vídeos de desinformação que se proliferam diariamente na plataforma, e nos Estados Unidos o site já inclui links para artigos da Wikipedia que fornecem mais informações sobre assuntos abordados em conteúdos de teoria da conspiração. Apesar disso, a empresa tem sido duramente criticada nos últimos meses por seus algoritmos continuarem recomendando para os usuários vídeos sobre essas teorias, com assuntos como Terra Plana, Pizzagate e por que não se deve vacinar seus filhos, o que tem contribuído para a proliferação e maior aceitação dessas ideias.

Fonte: BuzzFeed News

 

Como saber se seu WhatsApp está sendo clonado

É possível saber se seu WhatsApp está sendo clonado com algumas dicas simples. Como o mensageiro é o app mais usado no mundo, as tentativas de invasões também tendem a ser grandes. O app, que está disponível para Android e iPhone (iOS), não funciona em dois celulares ao mesmo tempo. No entanto, ao conseguir acesso ao smartphone ou ao chip do telefone – e, consequentemente, ao QR code do aplicativo – uma pessoa mal-intencionada pode visualizar suas conversas pessoais, incluindo fotos e vídeos.

Para se proteger e evitar que suas mensagens estejam na mira de invasores, há algumas recomendações essenciais, como verificar se há dispositivos não autorizados logados no WhatsApp Web/Desktop. Além disso, é importante reconhecer quando a plataforma está vulnerável. A seguir, conheça três métodos para testar no seu celular e descobrir se o WhatsApp está sendo “vigiado”.


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  1. VERIFICAR ATIVIDADES ESTRANHAS EM SUA CONTA

É importante ficar atento às mensagens que você provavelmente não enviou e estão no seu celular. Outra dica interessante é verificar se uma conversa consta como lida, mesmo que você não tenha recebido a notificação ou visualizado o conteúdo. Esse comportamento pode significar que o seu WhatsApp está ativo em um lugar diferente do seu aparelho. Falhas pontuais podem ocorrer no aplicativo – porém, se os episódios continuarem a se repetir, é preciso ficar alerta.

  1. SESSÕES ATIVAS NO WHATSAPP WEB

O WhatsApp Web permite acessar a conta do mensageiro pelo computador. Basta digitalizar o QR code do celular para visualizar suas mensagens no desktop em tempo real. Graças ao recurso, é possível verificar se há algum dispositivo não autorizado conectado ao aplicativo. Na opção de “Ajustes” do WhatsApp, o usuário deve ir na opção “WhatsApp Web/Desktop” e conferir quais aparelhos estão com sessões ativas. Caso você reconheça alguma movimentação estranha, é só clicar na opção “Sair de todas as sessões”. Dessa forma, se houver algum dispositivo desconhecido conectado, ele será removido.

  1. CUIDADO COM APPS ESPIÕES

Por meio de aplicativos espiões, geralmente disponíveis apenas em celulares Android, pessoas mal-intencionadas podem ter acesso às ligações e mensagens de seu celular, inclusive do WhatsApp. Vale lembrar que, para isso, é necessário ter acesso físico ao smartphone para instalar o app. Para se proteger, é necessário estar atento às movimentações suspeitas e softwares desconhecidos armazenados no aparelho.

mSpy, por exemplo, é um programa criado com a função de ajudar os pais a monitorarem tudo que seus filhos acessam e recebem em dispositivos móveis. Além disso, também é utilizado por empresas que desejam seguir as ações de seus colaboradores nos celulares e tablets corporativos. O sistema pode ser polêmico por conta da instalação discreta e se for usado com objetivo diferente do proposto, como, por exemplo, para vigiar o WhatsApp de alguém.

COMO SE PROTEGER

Para evitar que seu WhatsApp seja invadido, é interessante seguir algumas dicas de segurança.

Ative a verificação em duas etapas nas configurações da conta do WhatsApp. O recurso adiciona uma camada extra de segurança ao aplicativo;

Não instale apps de fontes desconhecidas ou não autorizadas. Além disso, evite usar o mensageiro em versões “turbinadas”, como o GB WhatsApp ou Yo WhatsApp. Procure sempre baixar a plataforma a partir da Google Play Store ou App Store;

Evite conectar o celular em conexões Wi-Fi desconhecidas;

Para iPhone (iOS), há a alternativa de bloqueio por meio do uso do Touch ID (impressão digital) no WhatsApp. É importante frisar que a atualização está disponível apenas para usuários do iPhone 5S e modelos superiores (até iPhone 8 e 8 Plus). Nos casos dos modelos iPhones X, XS, XS Max e XR, a proteção é feita com reconhecimento facial;

Não deixe o smartphone sem vigilância quando estiver distante dele. Evite compartilhar o aparelho com estranhos;

Instale um aplicativo para colocar senha no WhatsApp. Dessa forma, quando alguém tentar acessar o mensageiro, será necessário digitar também a senha do aplicativo, além do desbloqueio normal do celular;

Se o seu WhatsApp já está hackeado, é possível desativar sua conta enviando um e-mail para support@whatsapp.com. Se o perfil não for acessado por 30 dias, ele será excluído automaticamente.

Fonte: TechoTudo


CPT - Centro de Produções Técnicas


 

Cinco países onde o Google quase não existe…

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A liderança do Google a nível global no campo das buscas é avassalador. O Google é de longe o buscador e o site mais acessado do mundo, mais por incrível que pareça existe países que praticamente não usa o buscador. Veja abaixo os países e seus principais navegadores.

  1. RÚSSIA: O buscador que domina por lá com mais de 46% é o Yandex.
  2. REPÚBLICA CHECA:Seznam é outro nome desconhecido por aqui, mas na República Checa é o buscador preferido dos internautas.
  3. CHINA: O Baidu  é a página mais visitada da China, onde conta com 60% das buscas..
  4. CORÉIA DO SUL: Por lá quem domina é o Naver,  60% das buscas geradas naquele país são feita nesse buscador.
  5. JAPÃO: Ali o buscador é o Yahoo Japão, que dispõe de mais de 50% do mercado de buscas no Japão.

Só para lembrar no Brasil o Google domina 90% das buscas e é o site mais acessado junto com o Facebook e Youtube.

Fonte:[Mdig]

Sabe como economizar a bateria do seu celular? Veja as dicas…

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Quem usa smartphone sabe que um dos pontos fracos do aparelho, independente da marca, é a duração da bateria. Isso ocorre justamente porque as funções ”inteligentes” consomem a energia do celular para funcionarem. Mas alguns ajustes pequenos nos smartphones podem fazer a bateria durar mais nos sistemas Android e iOS; veja a seguir.

  • Siga as instruções de recarga da fabricante do aparelho: Ao comprar seu smartphone, separe um tempinho para ler o manual de instruções e, principalmente, saber o que a fabricante indica sobre a recarga. Seguir a recomendação da empresa pode preservar por mais tempo a vida útil da bateria do smartphone.
  • Android tem configuração automática de economia de bateria: O sistema móvel do Google tem o ajuste automático de economia de bateria. Ele pode variar de acordo com a marca do smartphone. Mas em geral é encontrado em Configurações > Economia de Bateria. Assim, o aparelho coloca funções que consomem bateria em espera quando não utilizadas, elas são automaticamente ativadas quando a pessoa volta a usar o aparelho. 
  • Use o modo avião em locais onde o sinal é ruim: Há locais onde o sinal da rede celular falha ou é inexistente. Pode ser dentro do avião, viajando de carro para algum lugar remoto ou mesmo no metrô (estações em algumas cidades contam com antenas de operadoras, mas não é regra). Nesses casos, ativar o modo avião impede que o celular fique procurando a rede sem sucesso e gaste energia. No Android, em Configurações, ative o Modo Offline, que desliga as conexões e redes. Outra forma de acessar a função é apertar por alguns segundo o botão ligar/desligar. No iOS, vá em Ajustes e ative o modo Avião
  • Desligue os aplicativos que não está usando: É normal acessarmos um aplicativo atrás do outro no smartphone, sem encerrá-los (ao contrário do hábito comum em computadores, que é o de fecharmos os programas que não estão mais em uso). Então, lembre-se de encerrar os aplicativos depois de usá-los. No Android, aperte o botão central por alguns segundos, acesse a lista do que está aberto pelo gerenciador de tarefas e peça para ”encerrar tudo”. No iOS, aperte rápido duas vezes o botão Home para ver os últimos aplicativos usados, depois apoie o dedo sobre o ícone de um deles até que comecem a ”tremer” na tela. Aperte então o ícone de fechar Reprodução.
  • Desative notificações automáticas: Uma função comum nos smartphones é a de notificações automáticas (ou via push). O aparelho gasta energia ao buscar a atualização delas periodicamente. Para economizar a bateria do smartphone, você pode desativar as notificações menos importantes (ou até todas elas, se assim preferir). No Android, é possível desativar a sincronização automática de dados dos aplicativos (não as notificações) e a função de dados em 2º plano, que fica em Configurações > Contas e sincronização. No iOS, toda vez que você instala um aplicativo, ele pergunta se você permite notificações automáticas. Depois para alterar isso, vá em Ajustes, localize o aplicativo e desative as notificações. Também é possível retirar apps da Central de Notificações em Ajustes > Notificações
  • Desligue o 3G quando não está em uso: Um dos vilões de consumo da bateria do celular é justamente a rede de internet móvel. Com ela desligada, o smartphone ”perde a graça”, sem dúvida… Mas se você tem acesso a uma rede Wi-Fi, lembre-se de desabilitar o 3G quando a conexão sem fio estiver ativada Getty. Android, isso pode ser feito em Configurações > Conexões sem fio e rede > Redes móveis e desmarque a caixa. No iOS, vá em Ajustes > Geral > Rede e desative o 3G.
  • Desligue o Wi-Fi quando não está em uso: Apesar de ajudar a economizar bateria enquanto estamos com o 3G desligado, o Wi-Fi também leva embora parte da bateria do celular, principalmente quando está ativado com nenhuma rede por perto. Se não está usando a conexão sem fio, melhor desabilitá-la. No Android, abra a central de notificações (basta apoiar o dedo no menu superior e arrastá-lo para baixo) e desmarque o ícone de Wi-Fi. No iPhone, vá em Ajustes > Wi-Fi. 
  • Desligue o Bluetooth quando não está em uso: Mesmo quando você não está realizando alguma tarefa que dependa do Bluetooth, o smartphone fica procurando constantemente os dispositivos perto dele. E a bateria vai embora… No Android, abra a central de notificações (basta apoiar o dedo no menu superior e arrastá-lo para baixo) e desmarque o ícone de Bluetooth. No iOS, vá em Ajustes > Geral > Bluetooth (vale lembrar: quando você ativa o Acesso Pessoal, que compartilha a internet do iPhone, o Bluetooth poderá ser ligado).
  • Diminua o brilho da tela: Outro grande consumidor de bateria nos smartphones é o brilho da tela; quanto maior, mais energia o smartphone precisa gastar para manter a tela iluminada. Portanto, procure baixar a intensidade do brilho sempre que possível. No Android, vá em Configurações > Visualização > Brilho. Ainda em visualização, há a opção Ajuste Automático energia; deixe a opção marcada para poupar bateria. No iOS, vá em Ajustes > Brilho e diminua a intensidade. 
  • Diminua o tempo para bloqueio da tela: Se o brilho da tela suga a bateria do smartphone, o tempo que ela fica ligada, consequentemente, também. Portanto, quando mais rápido a tela entrar em espera, melhor para economizar energia. No Android, vá em Configurações > Visualização > Duração da luz de fundo e escolha a menor duração. No iOS, vá em Ajustes > Geral > Bloqueio automático e diminua o tempo. 
  • Selecione os aplicativos que acessam geolocalização: Assim como no caso das notificações automáticas, o serviço de localização é ativado ou não quando o usuário instala um aplicativo que usa o recurso (como Foursquare, Facebook, Mapas). É bom deixar ativado o recurso apenas para os apps essenciais para você. No Android, abra a central de notificações (basta apoiar o dedo no menu superior e arrastá-lo para baixo) e desmarque o ícone de GPS. No iOS, Vá em Ajustes > Serviços de Localização e deixe o recurso ativado para só os aplicativos que você usa mais.
  • Modo silencioso, só quando necessário: O modo silencioso, que faz o smartphone vibrar, gasta mais energia do que o som de toque. Então, é bom utilizar o recurso só quando precisar mesmo. No Android, para desativar o modo silencioso, apoie o dedo por alguns segundos no botão liga/desliga e desabilite a opção. No iOS, vá em Ajustes > Sons > Vibrar e desabilite o recurso.
  • Use aplicativos para gerenciar bateria: Existem aplicativos que auxiliam no gerenciamento de bateria e identificam programas que estão abertos (mesmo que você ache que já tenha fechado). No Android, há o Advanced Task Killer, da ReChild. No iOS, há o Battery Doctor, que mostra quanto tempo você ainda tem de bateria para cada recurso (horas de conversação em 2G, usando Wi-Fi, ouvindo músicas, etc.)

Fonte: [Uol]

O que é Código-Fonte?

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Os códigos-fonte são conjuntos e sequencia representado em palavras ou símbolos de forma ordenada, contendo instruções em uma das linguagens de programação existentes, de maneira lógica. Existem linguagens que são compiladas e as que são interpretadas. As linguagens compiladas, após ser compilado o código fonte, transformam-se em software, ou seja, programas executáveis. Um compilador de uma linguagem de programação é um programa que traduz as instruções escritas nesta linguagem de programação (código-fonte) para instruções escritas na linguagem que o computador consegue executar diretamente: a linguagem de máquina. O compilador realiza a tradução de todas as instruções do código-fonte e gera como resultado um arquivo com o código em linguagem de máquina (código-objeto).

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Código do site focado em TI
 

Os códigos-fontes são usados muitas vezes para saber as origem daquelas páginas, como autor, qual empresa desenvolveu aquele site, blog ou sistema web. Em fim podemos visualizar qualquer código de qualquer página na web… basta clicar com o botão direito do mouse e em visualizar código-fonte… veja abaixo:

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Blz… abraço….

Entenda um pouco sobre aplicações de Rede, o que esta por trás da internet…

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As aplicações de rede são a “razão de ser” da internet, permitindo que os usuários possam fazer coisas úteis e interessantes na rede. Sem as aplicações, a internet não teria sentido.
Podemos definir Aplicações de Redes dizendo que são programas de aplicações típicas da internet, exemplificado como o FTP, E-mail, Chat entre tantos outros. Esses programas de aplicações se comunicam entre si, trocando mensagem ou arquivos através da rede e de canais lógicos oferecidos pelos protocolos TCP/IP.
Os protocolos de aplicação são usados para definir os processos da aplicação, em particular os tipos de mensagens trocadas, a sintaxe e a semântica das mensagens alem das regras de como um processo envia ou responde uma mensagem.
Os protocolos de aplicação representa uma parte das aplicações de rede, pois cada aplicação atende uma demanda, podemos citar o WWW, que permite obterem documentos da web, usando algumas componentes como o HTML, HTTP e SMTP.
Uma aplicação de rede normalmente tem duas partes um lado cliente e um lado servidor que se comunica entre si.
Os dois processos se comunicam através do envio e recebimento de mensagem através de mecanismos chamados portas (sockets). Essas portas são a implementação dos protocolos de transportes da internet TCP e UDP. Estabelecendo um canal de comunicação lógica para a transferência de mensagem porta-a-porta entre os processos de aplicação rodando em dois computadores remotos.
Para que um processo em um computador possa enviar uma mensagem a um computador remoto ele deve endereçar quem vai receber a mensagem, informado o nome ou IP da maquina de destino, o numero da porta do processo do lado do receptor.
A escolha do tipo de serviço de transporte (UDP e TCP) depende do tipo de serviço que a aplicação vai necessitar. Levando em consideração, quanto a perda de dados, quanto aos requisitos temporários ou ainda quanto a largura de banda.

Para atender a estes requisitos, os dois protocolos de transporte da internet oferecem as seguintes facilidades:
TCP: serviço orientado a conexão, transporte confiável, controle de fluxo, controle de congestionamento e não prevê garantias temporárias ou de banda mínima.
UDP:Transferência de dados não confiável e não prevê abertura de conexão, confiabilidade, controle de fluxo, controle de congestionamento, garantias temporárias ou de banda mínima.
As aplicações WWW permite aos usuários obterem documentos ou paginas web. As paginas Web consiste de objetos podem ser arquivos, imagens, clipe de áudio ou vídeo, etc.
Os protocolos HTTP definem os navegadores Web (Cliente) requisitam páginas de servidores Web. Digamos que o usuário digite um site no browser essa aquisição HTTP e enviada para o servidor Web, onde o servidor recebe a aquisição e responde com uma mensagem HTTP contendo os objetos solicitados.

Aplicação de transferência de arquivos

Quando se fala em transferência de dados, FTP é o principal protocolo para transferir arquivos de um computador para outro, onde o usuário faz a transferência de arquivos de um computador remoto para um computador local e vice-versa. Muito usado para colocar um site na internet, ou seja, quando se tem um site pronto em seu computador, seja em HTML, PHP, ou outras, se usa o FTP para fazer o upload desses arquivos para um servidor na web.
Para isso o usuário deve oferecer sua identificação, nome e senha, seu domino e a porta, para fazer a transferência dos arquivos, contando com um software de FTP é simples fazer esse processo, e com isso o usuário esta realizando uma transferência de arquivos usado o FTP.
Os protocolos FTP, assim como o HTTP, roda sobre o TCP. Sendo que o FTP usa duas portas paralelas TCP para transferir arquivos: uma para controle e outra para a transferência de dados.
O protocolo SMTP usa serviço de transferência de dados confiável do TCP para transferir uma mensagem desde o remetente ate a caixa postal do destinatário. É o protocolo mais importante para o funcionamento do correio eletrônico.

Marco Civil da Internet? Cinco pontos essenciais para entender melhor a Lei…

Uma explicação básica preparada pelo Olhar Digital para tentar deixar o projeto mais claro. Define cincos pontos essenciais para entender Marco Civil da Internet. Veja abaixo:

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DIREITOS

O Marco Civil considera a internet uma ferramenta fundamental para a liberdade de expressão e diz que ela deve ajudar o brasileiro a se comunicar e se manifestar como bem entender, nos termos da Constituição.

O texto chega a apontar que “o acesso à internet é essencial ao exercício da cidadania”. O internauta tem garantia de que sua vida privada não será violada, a qualidade da conexão estará em linha com o contratado e que seus dados só serão repassados a terceiros se ele aceitar – ou em casos judiciais, chegaremos a este tópico.

NEUTRALIDADE

Um dos pontos essenciais do Marco Civil é o estabelecimento da neutralidade da rede. Em linhas gerais, quer dizer que as operadoras estão proibidas de vender pacotes de internet pelo tipo de uso.

O governo até pode fazer essa discriminação, mas só em duas situações: se ela for indispensável para a prestação dos serviços; ou se serviços de emergência precisarem ser priorizados. Mesmo assim, o presidente que estiver no comando não tem como simplesmente mandar tirar internet de um lugar e botar no outro. Ele precisará consultar o Comitê Gestor da Internet e a Agência Nacional de Telecomunicações.

GUARDA DE INFORMAÇÕES

Os provedores de internet e de serviços só serão obrigados a fornecer informações dos usuários se receberem ordem judicial. No caso dos registros de conexão, os dados precisam ser mantidos pelo menos por um ano, já os registros de acesso a aplicações têm um prazo menor: seis meses.

Qualquer empresa que opere no Brasil, mesmo sendo estrangeira precisa respeitar a legislação do país e entregar informações requeridas pela Justiça. Caso contrário, enfrentarão sanções entre advertência, multa de até 10% de seu faturamento, suspensão das atividades ou proibição de atuação.

Foi derrubada a obrigatoriedade de empresas operarem com data centers no Brasil ainda na Câmara.

RESPONSABILIZAÇÃO PELO CONTEÚDO

A empresa que fornece conexão nunca poderá ser responsabilizada pelo conteúdo postado por seus clientes. Já quem oferece serviços como redes sociais, blogs, vídeos etc. corre o risco de ser culpado, caso não tire o material do ar depois de avisado judicialmente. Por exemplo: se a Justiça mandar o Google tirar um vídeo racista do YouTube e isso não for feito, o Google se torna responsável por aquele material.

Haverá um prazo para que o conteúdo considerado ofensivo saia de circulação, mas o juiz que cuidar do caso pode antecipar isso se houver “prova inequívoca”, levando em conta a repercussão e os danos que o material estiver causando à pessoa prejudicada.

OBRIGAÇÕES DO GOVERNO

Administrações federal, estaduais e municipais terão uma série de determinações a cumprir, caso o Marco Civil se torne realidade. Entre eles estabelecer “mecanismos de governança multiparticipativa, transparente, colaborativa e democrática, com a participação do governo, do setor empresarial, da sociedade civil e da comunidade acadêmica”.

Os governos serão obrigados a estimular a expansão e o uso da rede, ensinando as pessoas a mexer com a tecnologia para “reduzir as desigualdades” e “fomentar a produção e circulação de conteúdo nacional”.

Os serviços de governo eletrônico precisarão ser integrados para agilizar processos, inclusive com setores da sociedade, e a internet ainda será usada para “publicidade e disseminação de dados e informações públicos, de forma aberta e estruturada”.

Por fim, há ainda a preferência por tecnologias, padrões e formatos abertos e livres, e a de se estimular a implantação de centros de armazenamento, gerenciamento e disseminação de dados no Brasil, “promovendo a qualidade técnica, a inovação e a difusão das aplicações de internet, sem prejuízo à abertura, à neutralidade e à natureza participativa”.

A Lei…

Projeto de Lei 2.126/2011 passou pelo Senado. Com isso, resta apenas a assinatura de Dilma Rousseff e a publicação no Diário Oficial para entrar em vigor o Marco Civil da Internet, determinando os direitos e deveres de todos os brasileiros conectados – incluindo governos, empresas que fornecem conexão e as que são responsáveis por serviços de e-mail, sites, redes sociais etc.

Caso prefira, baixe aqui (em .DOC) a versão aprovada na Câmara dos Deputados.

 Fonte: [Olhar Digital]

11 dicas para ganhar audiência na internet.

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A internet é uma importante ferramenta para qualquer empresa nos dias de hoje, e para crescer no mundo digital é preciso muito trabalho e algumas técnicas elaboradas dentro e fora do seu site, blog, loja virtual.

Veja as dicas que podem favorecer na visibilidade da sua marca e do seu site no cenário web:

1. Melhorar o design: O aspecto visual de um site deve cumprir duas funções essenciais: ser atraente e ao mesmo tempo funcional. Para isso, é recomendável não usar cores estridentes, recorrer a um tamanho de fonte adequado para a leitura e optar por um design elegante. Com relação ao seu funcionamento, os visitantes devem poder encontrar o que lhes foi prometido facilmente. 

2. Otimizar o posicionamento do site (SEO): O usuário deve definir as 10 primeiras palavras-chave pelas quais quer que sua página online seja encontrada nos buscadores, tendo em consideração as práticas da concorrência e alternativas de diferenciação. Depois, é recomendável incluir as descrições das páginas e também os seus títulos com informaões relevantes sobre o que o site oferece. O Google, por exemplo, conta com ferramentas como o Analytics, que ajuda a obter estatísticas detalhadas sobre o tráfego. Melhorar o SEO de um site é uma tarefa que abrange muitos aspectos e está em constante evolução, portanto, é importante estar sempre atualizado com relação às novidades.

3. Adaptar o site para dispositivos móveis: Se um site não pode ser visualizado corretamente através de um smartphone ou tablet, com certeza perderá visitas. 

4. Otimizar a navegação: É recomendável a criação de um mapa do site porque isto facilita que a informação e conteúdo contidos nele sejam encontradas tanto pelos visitantes quanto pelos motores de pesquisa. Incluir um campo de pesquisa pode ajudar em questões mais específicas.

5. Atualizar o conteúdo: Para chamar a atenção de um visitante e conseguir que ele volte a visitá-lo, é importante oferecer algum tipo de novidade frequente. Uma página web não pode ficar estática e parada no tempo. É importante pensar como redator, anotando ideias que podem ser originais, divulgando ocasiões especiais ou notícias que valem a pena destacar e realizar atualizações sempre.

6. Redes sociais: São os canais ideais para compartilhar as atualizações e interagir com o público. Com isto, favorece-se o posicionamento de uma página e pode-se conhecer a opinião da audiência com relação a uma marca, produto ou serviço. 

7. Diminuir o tempo de carregamento do site: Este aspecto é fundamental tanto para usabilidade quanto para os motores de busca, que consideram este fator muito relevante para determinar o posicionamento das páginas. Uma boa estratégia é não abusar de elementos multimídia, utilizar sistemas de cache (para reduzir a largura de banda consumida e tempo de download) e eliminar complementos que não estão sendo usados.

8. Plano de marketing: Para que os visitantes se tornem clientes, é importante definir objetivos, estratégias e ferramentas que se usará para isso. É essencial planejar as ações que serão realizadas (por exemplo: ofertas, mailings informativos ou qualquer tipo de promoção), definir orçamento e agendar no calendário o tempo a ser reservado para executá-las.

9. Contato: Os visitantes agradecem quando encontram espaços claramente identificados para se expressarem, solicitar mais informação e avaliar o conteúdo publicado. 

10. Personalizar a página de erro: É possível modificar a página padrão de erro 404 por uma mensagem no idioma local. Também pode-se redirecionar o visitante para uma página determinada automaticamente e incluir um link para a página principal do site, para que o visitante possa continuar navegando normalmente.

11. Conteúdo multimídia: Este tipo de recurso atrai a atenção do público, por isso vale a pena publicar fotografias e vídeos do YouTube ou Vimeo que podem interessar aos visitantes. Identificar os tópicos e principais interesses da audiência facilita a tomada de decisões com base em suas preferências.

Fonte: [Olhar Digital]

Como Surgiu o YOUTUBE?

YouTube-logo

Foi em fevereiro de 2005, quando em São Francisco, nos Estados Unidos, três jovens iniciaram o desenvolvimento de um site para compartilhamento de vídeos. 

Estes três jovens eram Steve Chen, Chad Hurley e Jawed Karim. Eles se conheceram na empresa onde trabalhavam, a famosa PayPal. 

Youtubefounders

No dia 14 daquele mês, os três registaram o domínio youtube.com e dedicaram-se a criar o website nos meses seguintes. 

O primeiro upload de um vídeo no dia 23 de Abril. Esse vídeo mostra Jawed Karim a passear no Jardim Zoológico San Diego. Tem o nome de “Me at the Zoo” e ainda se encontra disponível para visualização. Veja abaixo:

Em Maio do mesmo ano o site passou para a fase pública de testes, estando assim durante seis meses. Em Novembro de 2005 era oficialmente fundado o Youtube, com a sua sede situada na cidade de San Mateo. 

Apenas oito meses depois, em Julho de 2006, já eram introduzidos no Youtube 65.000 vídeos novos por dia e o site recebia 100 milhões de visitas por dia para visualização de vídeos. 

O sucesso sensacional despertou o interesse de grandes empresas e em Outubro de 2006, ou seja menos de um ano após a sua criação oficial, a Google adquiriu o Youtube por 1,65 biliões de dólares, mantendo no entanto o funcionamento da sua estrutura empresarial já existente, incluindo os seus três fundadores. Hoje, a sede do Youtube está localizada em San Bruno, na Califórnia, Estados Unidos. 

Fonte:[GrandesCuriosidades]